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quinta-feira, junho 22, 2006

USS GERALD R. FORD. Uma nova geração de super porta aviões da marinha dos Estados Unidos.


DESCRIÇÃO
O porta aviões da classe Nimitz, é sem dúvidas, o melhor porta aviões que já entrou em operação, porém, não podemos esquecer, de que se trata de um projeto já antigo, e o Nimitz entrou em operação em 1975. Sendo assim o departamento de defesa dos Estados Unidos, requisitaram que seus fabricantes de navios começassem a estudar o seu sucessor, e depois de analisar mais de 70 propostas, sendo algumas, referentes a um porta avião de menor dimensão, porém com um desenho revolucionário, e furtivo, acabaram por manter o desenho típico dos porta aviões americanos, mas com algumas modificações técnicas, que permitirão um aumento de 20% no numero de lançamentos e recuperações de aviões, em relação ao que se tem hoje, nos porta aviões da classe Nimitz. Além disso, os novos requisitos são de que o navio tenha uma disponibilidade operacional aumentada em 25 % em relação aos atuais navios.
Acima: Uma dos desenhos estudados para o projeto do CVN-21. Essa proposta se mostrou bastante convencional em relação aos outros projetos apresntados.
O modelo definitivo do CVN-21, projetado e construído pela Northrop Grumman. Será conhecido como USS Gerald R. Ford (CVN 78), e será lançado ao mar em 2014, e terá uma configuração de engenharia da parte elétrica, que, junto com um novo reator nuclear, produzirá, 3 vezes mais energia elétrica que os navios da classe Nimitz. Graças a essa força extra, será possível a instalação de catapultas eletromagnéticas, no lugar das, já famosas, catapultas a vapor. Essa catapulta eletromagnética, permite lançar os aviões, com menos velocidade do navio, agilizando o procedimento e economizando tempo para a tripulação por no ar os aviões de combate. O sistema de recuperação de aviões feito com cabos de aço, hoje, será , também, feito usando o sistema eletro magnético Umas pequenas modificações no desenho da planta do convés permitirá que haja uma melhora no posicionamento das aeronaves. Muitos consoles deste navio serão construídos para aceitarem upgrades, o que flexibilizará o uso deste novo navio.
Uma característica que chama a atenção quando se vê um desenho do CVN-21, é a grande diminuição do numero de mastros de antenas, que estão sendo substituídos por sensores incorporados a estrutura no navio e da “Ilha” do navio. Um novo sistema de radar de varredura eletrônica, baseado no sistema AEGIS, será instalado nesse navio, e será a primeira vez que um porta aviões terá esse sistema, que proporcionará um aumento da capacidade de detecção e seguimento de alvos, que terá uma maior precisão e melhores condições de controle do espaço aéreo.
Esse radar será o novo radar multifuncional AN/ SPY 3 MFR, de varredura eletrônica ativa projetada para preencher todas as exigências de controle de fogo e busca para a frota americana do século 21, tanto que esse moderno radar será instalado no novo porta aviões CVN 77, no futuro porta aviões CVNX, e no CGX.
Acima: Neste desenho da ponte, pode-se ver as antenas do novo radar SPY-3 MFR, que representa o mais avançado radar já instalado em um porta aviões.
O CVN-21 já foi projetado e sua construção já teve início, no estaleiro da gigante Northrop Grumman e o navio foi idealizado para a operação da nova geração de caças como o F/A-18E Super Hornet, que está entrando em operação, e o novíssimo F-35, que está sendo construído para entrar em operação na mesma época que o CVN-21, e que será o primeiro caça stealth embarcado. Um avião que poderá ser visto, num futuro um pouco mais distante, será “fruto” do programa CSA (Common Support Aircraft) que deverá substituir os aviões Lockheed S-3B Viking, ES-3 A, o Grumman E-2C Hawkeye e o C-2 A, a bordo dos porta aviões americanos, do futuro. Aviões sem piloto do programa J-UCAS, também serão operados por este navio.
Acima: Uma maquete do USS Gerald R. Ford, com a designação inicial CVN-21 marcada na pista de lançamento. Notem que os aviões estacionados em primeiro plano são os novissimos F-35C Lithning II.
Quando entrar em operação, o navio que será aposentado será o USS Enterprise, o maior navio de guerra do mundo, e o único navio de sua classe. Assim, posteriormente, os navios da classe Nimitz, serão, substituídos pelos outros navios da classe do CVN-21, padronizando a frota de porta aviões dos Estados Unidos. O CVN-21 trará uma significativa melhora na capacidade de combate além de uma mudança na forma de como se operam os porta aviões da esquadra americana.
Acima: Um X-47B J-UCAS lança bombas JDAM num desenho de um ataque a Baghdad.
Na esquerda: O F-35C num voo de testes durante a concorrência do JSF.
A direira: O F/A-18F será, junto com o F-35, o braço armado da frota da marinha americana.
Acima: um desenho da possivel configuração do CSA, aqui representado por sua versão AEW (Alerta aéreo avançado)
FICHA TÉCNICA (Os dados técnicos são estimados)
Comprimento: 340 m
Calado: 11 m
Boca: 41 m
Deslocamento: 100000 toneladas (estimado)
Propulsão: Nuclear
Velocidade máxima: 30 nós
Autonomia do reator: 20 anos
Sensores: Radar MFR/ VSR com alcance estimado de 500 Km
Armamento: Lançadores de mísseis Sea sparrow, Mísseis RAM RIM-116
Aviação: 24 F-35C JSF, 24 F/A-18E Super Hornet, 4 E/A-18 Growler,10 CSA. 6 Helicóptero SH 60 Sea hawk, e 12 X-47B J-UCAS
Acima: uma das propostas para o CVN X (atual CVN-21) de um porta aviões stealth e de menor tamanho.

Acima e abaixo: temos o desenho definitivo e o esquema do CVN-21. (clique na foto para ampliar)

24 comentários:

onfoyou disse...

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geudice disse...

Voce acha que um porta-aviões, pode fazer frente a um moderno submarino de ataque?

geudice disse...

Voce acha que os submarinos, que o Brasil possui hoje, pode afundar um porta-aviões do Tio Sam?

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Olá Geoudice. Eu acredito que, mesmo com os recursos disponiveis num moderno porta aviões para caçar submarinos, ummoderno submarino de ataque teria uma condição muito favoravel de atacar o porta aviões. Se tivesse que apostar, eu apostaria no submarino. Lembre que em exercicios entre a marinha dos estados Unidos e a nossa, um dos nossos pequenos submarinos diesel elétrico atacou com sucesso o porta aviões norte americano.
Abraços

pesca disse...

Uma coisa é atacar um porta-aviões, a outra é afundá-lo.Um submarino comum diesel, pode com certeza, chegar tão próximo de um porta-aviões a ponto de atacá-lo.Porém, ao fazer iso, seria facilmente localizado e teria que enfrentar toda a escolta à sua caça, ou seja : suicidio.Além disso, o ataque teria que ser ser feito com o lançamento múltiplo de torpedos, a curta distância visto que enfrentaria toda a gama de contramedidas eletrônicas disponível.

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Então imagine que esse atque fosse feito com o lançamento de 4 mísseis anti-navio.... a distancia de 60 ou 80 km do alvo. As chances começam a melhorar. Outra coisa.... para a marinha do Brasil o submarino é uma arma muito mais interessante que o São Paulo desdentado, com aquelas reliquias de museu que são os A-4K (AF-1), ou será que estou errado sobre isso também?

Jow disse...

Como diz um amigo meu que serve no São Paulo, caro, para nós, não é comprar um porta aviões e sim mantê-lo em serviço, ou seja, bancar seus custos quando em operação.
abraço.

Jose Gabriel Sampaio Freitas disse...

e tambem se os EUa estiver em guerra com um país ele não vai ser burro, e com certeza vai colocar submarinos nucleares em vouta do super porta aviões, se vc pensou em usar submarinos vc acha que os estrategistas de la não pessaram?

J. MessiaH disse...

Eu quero ver é quem vai ter peito para ao menos chegar perto de um grupo de batalha da US Navy. Não precisa estar em combate pra eles terem uma escolta eficiente não meus amigos eles contam até com sub's nucleares na proteção. Os únicos q conseguiam desafiar as defesas e chegar perto dos porta-aviões americanos eram os russos na época da Guerra-Fria com seus Bear's e Backfire e assim mesmo eles tinham de distrair os Tomcat's pra poderem chegar perto.
Ou seja é quase q impossável chegar perto de um Nimitz, quase não impossível.

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Olá J. MessiaH.
Nos anos 80, realmente seria uma loucura suicida atacar um PA norte americano. Porém, hoje em dia, os caças russos, chineses e europeus tem capacidade ampla, de superar os caças norte americanos F-18E Super Hornet que os norte americanos usam hoje em dia. Um ataque de saturação com caças Su-34 apoiados por Su-35BM, certamente conseguiria superar a defesa antiarea de um grupo de batalha americano. Os EUA sabem disso. Os novissimops caças F-35C Lightining 2 vão ser usados para missões de ataque a terra, porém sua invisibilidade os tornarão excelentes caças de patrulha de defesa aérea. Os F-18E serão usados para defesa aérea, primordialmente e para ataques a terra, como secundários. mesmo assim, com o advento do Su-50 PAK FA, a capacidade de defesa aérea dos americanos com caças F-35C pode ser anulada.
Abraços

pichilinga disse...

olá carlo,tudo bom, parabéns pelo blog,é muito bom.Queria saber se não existem outras formas de uma marinha manter um potencial aéreo em situações de batalha naval longe de casa, sem o uso desses enormes porta-aviões?

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Olá Pichinga.
Os Estados Unidos, por serem uma nação com muito dinheiro para investir em forças armadas poderiam manter uma força de bombardeiros de longo alcance, como um B-1B Lancer, ou o B-2A Spirit, armados com mísseis antinavio e outros sistemas adaptados para atacar submarinos. Lógicamente, que esses aviões, hoje, não estão equipados para operarem desse jeito, mas pelo menos, poderiam, ser adaptados.
Abraços

carlos gonçalves disse...

Primeiramente, gostaria de parabenizar o carlos pelo blog.

Gostaria de dizer que embora ache que a marinha do brasil, HOJE, não seja uma marinha poderosa, esta instituição consegue fazer muito com o pouco que tem. Chamaram o A-12 de desdentado e os A-4K de reliquias de museu (o que uma cruel verdade). Mais eu não esculacho. Pq depois de tantos golpes militares que sofremos, não é de admirar que os governos civis tenham receio em direcionar recursos para as forças armadas. Ainda mais com uma economia que era o fim. Prefiro ver o lado positivo. Vejo, por exemplo que o lula com tantos problemas no governo conseguiu dar um pouco mais de assistência às FA, comprando aparelhos novos para o EB, para a FAB e submarinos novos para a MB, além de apoiar projetos nacionais nos três ramos das FA como os blindados novos do EB, o KC-390 da embraer e o sub nuclear da marinha. Além do mais, o brasil tende a ter um papel mais importante no mundo, por isso, acho que podemos esperar muitos avanços nos proximos anos. E espero que a compra do A-12 ainda possa valer a pena, com a marinha operando bons aviões nele.

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Ola Carlos Gonçalves.
Obrigado!
Realmente os militares tem apresentado um trabalho formidavel, principalmente se considerarmos os recursos limitados. O governo Lula foi o mais preocupado com o assunto até o momento e o ministro Jobim foi muito bem em sua pasta. Falta, porém, desfazer o nó do programa FX2 que já deu para cansar a paciência de todos.
Vamos esperar para ver.
Abraços

Mateus S. Souza disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Mateus S. Souza disse...

Só para complementar; em exercícios, um de nossos submarinos, o Tamoio, afundou o porta-aviões espanhol SMS Príncipe de Asturias. Se ele afundaria na vida real não sei... mas ali acertou.
Concordo com o Carlos; mais vale submarinos que porta-aviões, pois submarinos podem abater e escapar facilmente, já o porta-aviões (e desse tamanho então...) é alvo grande e fácil. tem de ter uma escolta muitíssimo forte... Pode ser atacado por ar, terra e mar. Se a guerra é pra valer como a 2º Mundial, os caras do submarino sabem que poderão morrer (suicídio que o PESCA falou), mas a honra e o triunfo de afundar um NAe desses é uma alta recompensa. Quando japinha se matou como kamicase por bem menos? E o que dizer dos U-Boat alemães? Claro que eu não iria tentar sem segurança talvez, mas tem quem vai até o fim sempre.
Também queria saber se uso de minas pode avariar um NAe destes ou afundar (embora seja um recurso em desuso atualmente)? ABÇS!

Mateus S. Souza disse...

Acho que o melhor guardião de NAe que o EUA fez foi o F-14, embora ele seja criticado injustamente. O F-18 já foi derrubado até por MIG-25 e esse F-35 só dá problema pelo que eu tenho visto na mídia de defesa... ABÇS

Emanuel Fonseca da Silva disse...

Para o Carlos E. Di Santis Junior.O ataque em treinamento, na qual o submarino brasileiro afundou um porta aviões,foi contra o navio "Príncipe das Astúrias" espanhol.

Carlos E. S. Junior disse...

Olá Emanuel. Não foi só o Principe das Asturias. Houve treinamentos com os americanos em que nossos submarinos tiveram oportunidade de se aproximar e lançar torpedos simulados contra os super porta aviões americanos.
Abraços

jeimes disse...

Olá Carlos. Estava aqui lendo seu comentário. Sobre um ataque contra um PA usado caças su-34 e SU-35. Tem certa logica. Mais muitas e muitas variáveis.
• Se este ataque acorre em tempos de paz. Seria possível. Porem em tempos de guerra com um inimigo capaz de lança 60, 80 ou 100 caças de ponto. Os americanos não deixaria um porta-aviões de sopa para o azar. Um exemplo. Em um hipotético conflito com RPC. Os porta-aviões deveriam estar a uma distancia segura e próxima ao Japão, coreia e Taiwan. De onde seria possível destaca reforços. Também duvida que apenas um porta-aviões estivesse sendo usado. E sim em conjunto com 2, 3 ou mais, separados por uma distancia que não permitisse que os mesmo fossem atacados de uma só vez. Mais que um ofereceria cobertura para o outro e para o grupo.
• Devemos lembrar que as escoltas de um porta-aviões não estão lá apenas para fazer numero, e se para ajuda na defesa do PA, não só contra outros navios. Mais os Arleigh Burke e os demais meios de defesa Foram pesados para defende a frota de ataques de saturação como esta.
• Hoje os americanos ainda tem o melhor conjunto de armas e informações do mundo. Ao não ser que os potenciais inimigos arrumem um jeito de cegar os muitos olhos americanos. Seria quase impossível utilizar uma força capaz de realmente fazer perigo aos porta aviões sendo que eles soubessem. E tendo que esta frota saia do chão em segurança. Ainda teria os AWAC. Que dariam um alerta com algum tempo de antecedência.
• Logicamente isto tudo pode dar errado. Ou ser ineficiente. Afinal seria uma batalha inédita. Com planos e filosofias ainda não testados. Ou simplesmente poderia o ataque poderia dar certo. Afundado um PA e algumas escoltas. Mas sendo o custo do ataque muito caro. Com perdas pesadas e difíceis de serem
Repostas.
Ainda creio que mesmo com avanço dos meios de países “hipoteticamente rivais” um grupo de batalha é um osso muito duro de roer.
Um ataque de saturação é um meio logico de ataque ao GB já quem não existe força semelhante no globo para fazer ameaças ao mesmo. E aparentemente a mãe Rússia idealizadora deste método (na época da guerra fria) não acreditava nos grupos de batalhas. Assim nunca investiu para fazer frente de igual para igual. E sim escolheu formas alternativas para enfrenta-los. Sendo que cada lado sempre estudava os métodos rivais e aperfeiçoava os seus. E ai e a velha historia do ladrão e do fabricante de cofre. Sempre um tentando superar o outro. A moral da historia é que os americanos se preparam para um ataque deste tipo a muito. Muito tempo. E não vão ser pegos de calça na mão.
Ainda prefiro a estratégia de se usa submarinos
Creio que hoje teriam probabilidades maiores de sucesso a um risco mais barato.

Van Diemen disse...

Não seria preciso atingir/afundar o PA. Se, por qualquer meio, uma escolta afundar ou um PA for atingido, os EUA imediatamente irão retroceder com o grupo todo.

Lembrem que nas Falkland/Malvinas o Sheffield foi afundado por um Exocet disparado de um Super Étendard e o General Belgrano por um único submarino.

Nesta mesma guerra o PA 25 de Mayo por pouco, muito pouco, não atacou a frota inglesa.

jeimes disse...

rs. e né rs. na guerra amigo perdas são possíveis e previsíveis. eu não aqui falei que que uma perda não seria possível. mais que difícil.

Alexandre Queiroz disse...

"como afundar um Porta-Aviões"
Um PA é não somente uma arma de guerra de ataque é também um motivo de orgulho, ou seja, possui uma forte armada de vários navios prontos para servirem de escudo ser for preciso. Também conta com aviões sobrevoando-o, radares próprios e radares de apoio em aviões. Possuem defesas automatizadas contra mísseis.
Encaremos o fato, afundar um porta aviões embora não seja impossível, não é tarefa fácil.
Vamos ver o que a historia da guerra nos conta.
Durante a batalha de Midway, quatro porta aviões japoneses foram naufragados por três porta aviões americanos, isso não foi sorte, houve planejamento (de ambas as parte) e um bocado de arrogância japonesa.
Desse dia em diante os PA passaram a ser a forca dominante no mar, (superando os antigos navios de guerra tradicionais), fora esse caso existem poucas outras batalhas de PA’s na historia.
Mas podemos analisar o uso de armas poucos convencionais, eu me lembro de duas principais.
1
Durante o final da segunda guerra, Hitler já sem forças, tentou usar os foguetes V2 para desmoralizar a Inglaterra, o que embora tenha causado muitas baixas civis, na Inglaterra e nos campos de concentração alemães. Não abalou militarmente a Inglaterra. Misseis V2 provocam estrago, mas não vencem um guerra.
2 Também No final da guerra os japoneses inventaram coisas mirabolantes que estavam no “estado da arte”. Um submarino que podia levar 3 aviões e os colocar no ar rapidamente. A ideia era que embarcariam no Japão, passariam invisíveis pelo pacifico e poderiam atacar a costa leste do Eua. Mas o seu desempenho foi semelhante aos dos mísseis de v2 de Von Brown.

Armas mirabolantes podem intimidar, podem ate mesmo, ocasionalmente casar algum dano significativo, mais são as armas tradicionais que vencem as guerras.

Em uma batalha entre um submarino a diesel um porta-aviões você iria preferir esta aonde?

Ok, os submarinos são baratos, podemos fazer muitos, eles são um empecilho eu concordo.
Então nossa teórica batalha seria uma frota de submarinos contra uma armada com um PA,
Bem chegamos a um pouco muito difícil de precisar, aqui depende de muita coisa,

A armada pode detectar os submarinos a que distancia?
A que distancia podem iniciar o ataque?

Igualmente as mesmas perguntas podem ser feitas ao inverso,

Os Submarinos podem detectar os o PA a que distancia?
A que distancia os Submarinos podem iniciar o ataque?
Qual a chance desse ataque ser bem sucedido?
Em suma, para terminar.
a chance (pequena) dos submarinos depende de duas coisa, da sua invisibilidade e do seu poder de ataque.
A sobrevivência e certa arrogância dos porta aviões depende da sua capacidade de rastrear e neutralizar os submarinos.

jeimes disse...

uma coisa concordo com vc. os porta-aviões mudaram as regras das guerras no mar. acabando com a era dos super encouraçados. e era dos PA já tem mais de 70 anos. algum pais pode novamente revolucionar o balanço das forças em ação no mundo com uma nova forma de guerrear.