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DESCRIÇÃO
O novo destróier HMS Daring, da classe Type 45 está sendo construído para substituir a velha classe Type 42. A principal função desta nova classe de navios de guerra será o de guerra antiaérea de longa distancia, porém, haverá uma importante capacidade de ataque a superfície, já que esses modernos navios estarão equipados com o míssil Harpoon. A previsão era de que fossem construídas 12 embarcações, porém em 2004, o ministro de defesa britânico reduziu para 8 o numero de navios que serão incorporados e o primeiro entrou em serviço em 2008. O principal contratante do projeto é a Bristish Aerospace, e todas as oito unidades devem estar em operação por volta de 2014.

Acima: O mastro onde fica aquela estrutura redonda é a característica mais marcante para o Daring. è nela que fica o sistema de radar SAMPSON, de busca.
A Inglaterra, participava, anteriormente, no programa tri-nacional Horizon, onde junto com a França e Itália, desenvolveriam, conjuntamente um novo destróier, mas a Inglaterra se retirou deste programa em meados de 1999, e segui seu rumo, sozinha, e a Type 45, terá algumas soluções da horizon, incorporadas, principalmente no que diz respeito ao sistema de mísseis antiaéreo Áster (PAAMS).

O novo destróier HMS Daring, da classe Type 45 está sendo construído para substituir a velha classe Type 42. A principal função desta nova classe de navios de guerra será o de guerra antiaérea de longa distancia, porém, haverá uma importante capacidade de ataque a superfície, já que esses modernos navios estarão equipados com o míssil Harpoon. A previsão era de que fossem construídas 12 embarcações, porém em 2004, o ministro de defesa britânico reduziu para 8 o numero de navios que serão incorporados e o primeiro entrou em serviço em 2008. O principal contratante do projeto é a Bristish Aerospace, e todas as oito unidades devem estar em operação por volta de 2014.

Acima: O mastro onde fica aquela estrutura redonda é a característica mais marcante para o Daring. è nela que fica o sistema de radar SAMPSON, de busca.
A Inglaterra, participava, anteriormente, no programa tri-nacional Horizon, onde junto com a França e Itália, desenvolveriam, conjuntamente um novo destróier, mas a Inglaterra se retirou deste programa em meados de 1999, e segui seu rumo, sozinha, e a Type 45, terá algumas soluções da horizon, incorporadas, principalmente no que diz respeito ao sistema de mísseis antiaéreo Áster (PAAMS).

Acima: Nesta foto, fica evidente o casco feito com superficie anfular, para diminuir assinatura de de radar deste navio.
O principal sensor será o novo radar BAE/Thales S1850 que executa a busca aérea e de superfície até um alcance máximo de 400 Km, enquanto um sistema de alerta de ataque torpedo, que inclui o sonar de média freqüência EDO 997F, desenvolvido, inicialmente para a marinha do Brasil. Este sistema providencia uma resposta de alerta automático, para um ataque de torpedo, sugerindo manobras evasivas, e lançando as contramedidas para se defender da ameaça. A empresa Thales será a fornecedora do sistema de contramedidas eletrônicas RESM system. Esse sistema consiste num processador de identificação de sinais emitidos, onde se pode avaliar e classificar as ameaças. Os navios da classe Type 45 terão um sistema de iscas ativas que inclui a isca”Siren” contra mísseis guiados a radar.

O principal sensor será o novo radar BAE/Thales S1850 que executa a busca aérea e de superfície até um alcance máximo de 400 Km, enquanto um sistema de alerta de ataque torpedo, que inclui o sonar de média freqüência EDO 997F, desenvolvido, inicialmente para a marinha do Brasil. Este sistema providencia uma resposta de alerta automático, para um ataque de torpedo, sugerindo manobras evasivas, e lançando as contramedidas para se defender da ameaça. A empresa Thales será a fornecedora do sistema de contramedidas eletrônicas RESM system. Esse sistema consiste num processador de identificação de sinais emitidos, onde se pode avaliar e classificar as ameaças. Os navios da classe Type 45 terão um sistema de iscas ativas que inclui a isca”Siren” contra mísseis guiados a radar.

Acima: O sistema de lançamento Silver, que inicialmente será equipado com mísseis Aster, poderá ser usado para o lançamento de mísseis Tomahawk, futuramente.
O armamento da classe Daring será, particularmente poderoso, na guerra antiaérea, que é a missão principal do navio. O armamento principal será, o já mencionado sistema de mísseis PAAMS ou Áster, que consiste de um lançador vertical Silver A-50, da DCN, que pode ser equipado com o míssil Áster 15 com 30 km de alcance e o Aster 30 com 100 km de alcance. Esses mísseis são extremamente ágeis e podem manobrar a 50 Gs. O sistema de guiamento é por radar ativo atualizado por data link.
Um canhão MK-8 Mod 1 de 114 mm está montado neste navio, assim com canhões de 30 mm para defesa de ponto. Para guerra de superfície, o míssil Harpoon está instalado, em dois lançadores quádruplos, o quie permite uma boa capacidade de atacar navios de guerra. Está prevista, para o futuro, a instalação de mísseis Tomahawk que seriam lançados dos lançadores Silver A-50. Para ataque contra submarinos, estão instalados tubos de torpedos Stingray.
A propulsão da classe Daring , feita por duas turbinas a gás WR-21 de nova geração que possui um sistema de recuperação de energia térmica que proporciona uma economia de combustível para o navio. Esse motor, é produzido pela Roll-Royce e Northrop Grumman dos Estados Unidos, e leva a Daring a uma velocidade máxima de 54 Km/h e um alcance de 14000 Km.

O armamento da classe Daring será, particularmente poderoso, na guerra antiaérea, que é a missão principal do navio. O armamento principal será, o já mencionado sistema de mísseis PAAMS ou Áster, que consiste de um lançador vertical Silver A-50, da DCN, que pode ser equipado com o míssil Áster 15 com 30 km de alcance e o Aster 30 com 100 km de alcance. Esses mísseis são extremamente ágeis e podem manobrar a 50 Gs. O sistema de guiamento é por radar ativo atualizado por data link.
Um canhão MK-8 Mod 1 de 114 mm está montado neste navio, assim com canhões de 30 mm para defesa de ponto. Para guerra de superfície, o míssil Harpoon está instalado, em dois lançadores quádruplos, o quie permite uma boa capacidade de atacar navios de guerra. Está prevista, para o futuro, a instalação de mísseis Tomahawk que seriam lançados dos lançadores Silver A-50. Para ataque contra submarinos, estão instalados tubos de torpedos Stingray.
A propulsão da classe Daring , feita por duas turbinas a gás WR-21 de nova geração que possui um sistema de recuperação de energia térmica que proporciona uma economia de combustível para o navio. Esse motor, é produzido pela Roll-Royce e Northrop Grumman dos Estados Unidos, e leva a Daring a uma velocidade máxima de 54 Km/h e um alcance de 14000 Km.

Acima, o lançamento de um missil Aster 30. Esse missil será um dos mais modernos misseis de longo alcance do mundo, quando entrar em operação.
FICHA TÉCNICA
Tipo: Destróier de escolta antiaérea.
Tripulação: 190 tripulantes mas com acomodações para 235 tripulantes.
Data do comissionamento: 2008.
Deslocamento: 7350 toneladas (totalmente carregado)
Comprimento: 152.4 mts.
Boca: 18 mts.
Propulsão: 2 turbinas a gás Rolls-Royce/ Northrop Grumman WR-21Velocidade máxima: 27 nós
Alcance: 14000 Km.
FICHA TÉCNICA
Tipo: Destróier de escolta antiaérea.
Tripulação: 190 tripulantes mas com acomodações para 235 tripulantes.
Data do comissionamento: 2008.
Deslocamento: 7350 toneladas (totalmente carregado)
Comprimento: 152.4 mts.
Boca: 18 mts.
Propulsão: 2 turbinas a gás Rolls-Royce/ Northrop Grumman WR-21Velocidade máxima: 27 nós
Alcance: 14000 Km.
Sensores: Radar de busca e rastreio SAMPSON, radar de busca de longo alcance radar BAE/Thales S1850.
Armamento: 6 lançadores de 8 células de mísseis Áster 15/ 30, 2 lançadores de 4 mísseis Harpoon, um canhão MK-8 de 114 mm, canhões de 30mm antiaéreos, e tubos de torpedos Stingray.
Aéronaves: Um helicóptero Merlin ASW.
Armamento: 6 lançadores de 8 células de mísseis Áster 15/ 30, 2 lançadores de 4 mísseis Harpoon, um canhão MK-8 de 114 mm, canhões de 30mm antiaéreos, e tubos de torpedos Stingray.
Aéronaves: Um helicóptero Merlin ASW.
Acima: Nestes desenhos feitos por computador, pode-se ver melhor o desenho que terá esta nova classe de navio britanico.
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7 comentários:
- Carlos
- Essa escolta poderia participar atual concorrência da Marinha do Brasil para suas novas Escoltas?
- Tendo em vista que a Marinha Brasileira já é um cliente de longa data do Britanicos. É claro sem esquecer as propostas Coreanas e Francesas, que são meio inrrecusáveis.
Olá Koros.
Claro que seria um enorme incremento na capacidade de combateda marinha brasileira a incorporação de um destróier como este. Porém os navios, hora oferecidos, são fragatas, portanto, navios mais leves que a Type , além de mais baratos também. A Type 45 é um navio muito caro para uma marinha como a nossa.
Abraços
Ola carlos Boa Tarde... me diz uma coisa.. as Type 45, são tão capazes quanto os Burke Americano, o KDX III Coreano, e Atago japones, ou os destroyer´s Russos??? por que a nivel de deslocamento... e armamento num pareçe que seja..., Não desmereçendo as Type!!! pois acho incrivel este navio!... e na sua opnião qual seria o melhor Destroyer do Mundo?
Olá Anderson. A Type-45 supera em capacidade qualquer navio russo. Seus concorrentes são ocidentais mesmo. Penso que o melhor destróier do mundo seja o Arleigh Burke da marinha dos Estados Unidos, porém dua supeiroridade frente a Type-45 é pequena.
Abraços
Olá Carlos, apesar de serem de classes diferentes já que o type-45 é um destroier, qual seria a melhor alternativa para atender as necessidades da marinha do Brasil o type-45 ingles ou a fragrata fremm francesa?,; ou um mix dos dois seria o ideal para a marinha?
Olá Breno. A Type 45 seria um navio que nos atenderia melhor, pois seus sistemas de sensores tem melhor desempenho e o armamento do navio britânico é mais poderoso.
Abraços
Esse é o terror dos argentinos, a vinda desse destroyer ou contratorpedeiro, para as malvinas causou um arrepio em nossos vizinhos, ainda com um sub nuclear (casse astute) e poucas unidades do eurofighter, já colocam a posição britânica no atlântico sul em grande vantagem contra qualquer nação sulamericana, quanta incapacidade dos nativos.
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