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sexta-feira, julho 28, 2006

NIKOLAYEV SOUTH PROJECT 1143.5 CLASSE KUZNETSOV. Maior porta aviões da mãe Rússia


DESCRIÇÃO
A Rússia, desde a época da União Soviética, carecia de um navio aeródromo que fosse capaz de operar aviões de alto desempenho. O porta aviões Kiev, era equipado, apenas com aeronaves VSTOL Yak-38 Forger e helicópteros Kamov KA-25 Hormone e KA-27 Hellix. A capacidade de defender o navio ou uma esquadra era inexpressivo, principalmente, se considerarmos um combate contra um grupo de batalha norte americano, onde os caças usados eram os Grumman F-14 Tomcat, apoiados por aeronaves Vought A-7 Corsair ll e posteriormente, Mc Donnell Douglas F-18 A Hornet. Com isso, a marinha soviética encomendou ao estaleiro Nikolayev South, para que construísse um novo porta aviões de maior deslocamento para poder operar um novo caça naval que seria escolhido entre o Mig-29 K e o Su-33 Sea Flanker. Esse novo projeto era conhecido como projeto 1143.5 ou classe Orel e foi, posteriormente batizado de Classe Kuznetsov. O navio foi lançado em 1985 e um segundo navio desta classe, o Varyag, teve sua construção iniciada, e em 1988 foi lançado, mas nunca foi comissionado ficando parado no porto por falta de verbas para terminar sua finalização, já que a quebra do sistema econômico da União Soviética acabou afetando todos os programas militares do país. Assim em 2001, uma empresa chinesa se interessou em comprar o navio, sendo que a venda foi efetuada com uma clasusula no contrato, onde os chineses se comprometeriam em não usar o navio para fins militares. Provavelmente os chineses usarão este navio para consegui know how para construção de um porta aviões, no futuro.

Acima: Deste angulo frontal, pode-se ver a rampa de lançamento dos caças embarcados no Kuznetsov, que diferentemente dos super porta aviões norte americanos, não usa catapultas para lançar seus aviões.
Uma característica interessante do Kuznetsov, é que, diferentemente dos superporta aviões americanos, ele é extremamente bem armado. Na verdade, este navio, é mais bem armado que muitas fragatas ou mesmo destróieres ocidentais. O armamento do Kuznetsov é composto por 12 potentes mísseis de cruzeiro antinavio P-700 Granit, conhecido pela OTAN como SS-N-19 Shipwreck. Este míssil tem um alcance de 550 km, voando contra um navio, a uma velocidade de 2650 km/h e transportando uma grande ogiva que pode ser nuclear com 500 Kt; HE (alto explosivo) de 750 kg, ou uma ogiva termobárica de explosão combustive-ar, extremamente potente. Esta ultima ogiva, quando em uso, lança uma nuvem de combustível na forma de aérosol, que tem sua combustão iniciada com um detonador, que provoca uma potente explosão, que se expande rapidamente por toda área. Esse tipo de ogiva é a que tem maior poder de destruição, entre as convencionais. Para defesa antiaérea é usado um sistema de lançamento vertical Klinok com 24 tubos lançadores e 192 mísseis SA-N-9 Gauntlet. Este míssil, tem um alcance de 45 km e é eficiente contra alvos voando até uma altitude de 6000 metros. A precisão deste míssil é impressionante, com um índice de 95% de acerto contra aeronaves. Como no super cruzador de batalha Kirov, já descrito no campo de batalha naval, o Kuznetsov é armado com 8 sistemas Kashstan, que é composto por dois lançadores de míssil SA-N-11 Grisom com alcance de 8 km e 2 canhões GSH- 30K de 6 canos rotativos de 30 mm, cada, e que são usados contra mísseis a caminho do navio e outros projéteis de precisão que sejam lançados contra o Kusnetsov. Esses canhões atingem uma cadência de tiro da ordem de 1000 tiros por minuto e alcancem 1,5 km. Para guerra anti-submarina, é usado o sistema de foguetes anti-submarinos Udav-1, com 60 foguetes. Esse sistema é capaz de destruir torpedos que sejam lançados contra o navio e submarinos.

Acima: O tamanho do Kuznetsov impressiona. Ele é o maio porta aviões do mundo fora os dos Estados Unidos. Certamente, que seu tamanho é um pré requisito para se operar o enorme caça Su-33 Sea Flanker, um dos maiores caças embarcados da atualidade.
A aviação embarcada é um outro destaque deste poderoso navio de guerra. O navio opera, em tempos de paz, 12 caças Sukhoi Su-33 Sea Flankers, derivado naval do super caça Su-27 Flanker. Junto com os Su-33, operam 5 Sukhoi Su-25 UTG Frogfoot que é uma versão navalisada de um avião de treinamento e ataque, da força aérea. Além dessas aeronaves de asas fixas, o Kuznetsov transporta 18 helicópteros anti-submarino (ASW) kamov Ka-27 PLO Helix, que permitem uma ampla capacidade de ataque e defesa na guerra anti-submarina. Mais 2 outros helicópteros Kamov Ka-27 S para missões de busca e salvamento (SAR) são transportados, completando a ala aérea do Kuznetsov. Em tempos de guerra, o numero de Su-33 pode ser aumentado para 20 unidades. m dado importantequen devemos notar é que os aviões de asa fixa, são operados através do uso de uma rampa no convés do navio, diferentemente dos porta aviões ocidentais que usam o sistema de catapultagem para lançar seus aviões. Esses sistema de rampa, impossibilita que os aviões decolem com carga máxima do navio.

Acima: Um desenho em 3 dimensões do Sukhoi Su-33 Sea Flanker usado no Kuznetsov.
Abaixo: Um Su-33 Sea Flanker se aproxima para aterrissar na pista de pouso do Kuznetsov.

Todo este poder de fogo proporcionado pela ala aérea e pelas armas transportadas pelo Kuznetsov, não seriam suficientes para manter o navio em atividade, se não fossem os sistemas eletrônicos avançados instalados no navio. O principal radar de busca aérea e de superfície é o radar de longo alcance 3D MR-710 Fregat-MA/Top Plate, capaz de detectar um alvo aéreo a 370 km e rastrear até 48 alvos simultaneamente. Outros 2 radares MR320 Topaz/Strut Pair 2D, fazem busca em apoio ao Top Plate. Para navegação são usados 3 radares Palm Frond, um dos radares mais usados na marinha russa para esse fim. Para controle de fogo dos mísseis SA-N-9 são usados 4 radares MR-360 Podcat/"Cross Sword". Para detecção de submarinos, está montado no casco do Kuznetsov um sonar MGK-345 Bronza com um alcance que pode chegar a 30 km. Uma suite de sonar Zvezda-2, também complementa a capacidade de detecção de submarinos. A propulsão do Kuznetsov é convencional e é feita por 8 caldeiras e 4 turbinas a vapor, que produzem 50000 Hp de força, cada. Essas turbinas movimentam os 4 eixos das hélices que impulsionam este porta aviões a uma velocidade de 30 nós (56 km/h). O alcance do Kuznetsov está em 7700 km, em velocidade máxima, o que pode ser considerado pouco. Em velocidade de cruzeiro a 22 nós (40 km/h), o Kuznetsov alcança 17000 km. O kuznetsov é o maior porta aviões não americano do mundo e sem dúvida alguma, um dos mais poderosos navios da Rússia, se considerarmos o poder de fogo de seus caças somados.

Acima: Neste desenho em 2 dimensões podemos visualisar as formas do Kuznetsov. Sua planta se parece bastante, com a encontrada nos porta aviões norte americanos.
FICHA TÉCNICA
Comprimento: 302.3m
Calado: 9,87m
Boca: 35,4 m
Deslocamento: 66600 toneladas
Propulsão: Convencional com 8 caldeiras, 4 turbinas 4X 50000 Hp e 4 helices.
Velocidade máxima: 30 nós (56km/h )
Autonomia: 17000 km em velocidade de 22 nós (40 km/h)
Sensores: Busca aérea e de superfície: MR-710 Fregat-MA/Top Plate com 370 km de alcance, 2 Topaz/Strut Pair 2D, Navegação: 3 Palm Frond, Controle de tiro: 4X MR-360 Podcat (SA-N-9), 6X MR-123 Bass Tilt (Para os sistema Kashstan.
Armamento: Mísseis anti navio (SSM): 12 mísseis P-700 Granit/ SS-N-19 Shipwreck, Mísseis anti-aéreos: 24 lançadores verticais SA-N-9 Gauntlet, Canhões anti-aéreos (CIWS): 8 sistemas kashtan composto por 2 canhões de 6 canos rotativos de 30 mm e 8 lançadores de mísseis SA-N-11 Grison, Anti-submarino: 2 lançadores de 10 tubos lançadores de foguetes com torpedos integrados Udav-1.
Aeronaves: 12 caças multifuncionais Sukhoi Su-33 Sea Flanker; 5 Aviões de treinamento e ataque Sukhoi Su-25 UTG; 18 helicópteros anti-submarinos Kamov Ka-27 PLO Helix e 2 helicópteros Kamov Ka-27S, Helix de busca e salvamento.

24 comentários:

yo4rker disse...

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SCCYLL disse...

mais uma vez parabenizo-o pelo trababalho minucioso e detalhoso que vc produz caro colega entusiata militar, Sr. carlos.

eu fiqei impressionado com o aerodromo russo, da classe Kuznetsov, porem carlos, gostaria de saber se a mae russa esta a produzir alguma nova classe com mais potencial e mais competitivo em relacao aos aerodromos americanos assim como as classe de fragatas e destroies? caro colega, obrigado desde ja pela atencao.

SCCYLL disse...

tambem qero agradecedr por enviar as atualizacoes do teu blog, saiba q estou apreciando todo o conteudo q me é enviado.

gostaria q vc me enviasse qalqer atualização feita em relação às forças armadas do Brasil, dos nossos militares, da nossa qerida nação.

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Olá Sccyll.
Agradeço as palavras de elogio. Há um projeto de construir um novo ´porta aviões russo, porém a idéia está muito no inicio sendo por tanto um projeto de médio ou longo prazo. Aparentemente os novos desenvolvimentos de sistemas de armas pelos russos tem tido atrasos sendo que acredito que o novo porta aviões ruso esteja entrando em serviço por volta de 2020.
Abraços

Bruno disse...

Carlos,não seria interessante ja que o Brasil entrou no programa PAK-FA da força aérea com os russos,aproveitar e "pegar uma carona" no desenvolvimento do novo navio aerodromo para a marinha?até mais, Bruno.

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Olá Bruno. Realmente seria interessante, só que além da falta de verbas que o governo se nega a liberar, há ainda um certo preconceito com relação ao materia russo por parte do comoando da marinha brasileira, que prefere equipamentos europeus.

luiz disse...

qual é o melhor o su33 ou o f18e?
o su33 teria condicoes de operar no sao paulo?
t+

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Olá Luiz.
O F-18E é superior ao Su-33 por ter radar e sistemas de guerra eletronica mais avançados e capazes. O Su-33 não operaria no São paulo devido ao peso e a necessidade de se alterar o trem de pouso para o qualificar no uso da catapulta. O F-18E é pesado de mais, ainda, para o São Paulo. Se operado no São Paulo, o F-18E teria que operar com restrições de carga, o que anularia seu valor militar.
Abraços

Probus disse...

Big bucks, many irritants
The Russia-India relationship
Ajai Shukla / New Delhi March 15, 2010, 0:19 IST

Também envolvido em negociações é o HAL proposto UAC joint venture para desenvolver e fabricar 250 lutadores cada geração para o russo e indiano Air Forces. Isto mesmo depois de o lutador protótipo, chamado de Sukhoi T-50 ou o PAK FA, já deu para os céus, em janeiro de 2010.

Essas decepções, não obstante, a Rússia tirou satisfação com o culminar de dois anos de negociações sobre o preço do porta-aviões, o Almirante Gorshkov (INS Vikramaditya, uma vez que se junta a marinha indiana em 2013). Em acordos complementares ao contrato original, a Índia se comprometeu a pagar E.U. 2,33 bilhões dólares americanos para o Gorshkov, em vez de os E.U. 974 milhões dólares que haviam sido acordados em 2004. A Índia também assinou um E.U. 1,6 bilhões dólares acordo para comprar 29 MiG-29K e Mig-29KUB combatentes, para além dos 16 já comprados para operar a partir do porta-aviões INS Vikramaditya. Os combatentes adicionais, Índia, tecnologicamente mais avançada, vai operar a partir do porta-aviões Indígenas (IAC) que está sendo construído em Cochin Shipyard.

http://www.business-standard.com/india/news/big-bucks-many-irritants/388634/

Leonardo disse...

É incorreto se dizer que o Kuznetsov não pode lançar um Su-33 ou MiG-29K com carga ofensiva máxima por causa do sistema sky- jump: isso só se dá quando as aeronaves citadas usam a posição de decolagem com espaço de corrida/aceleração mais curto. Ao usarem o máximo comprimento de corrida de decolagem,na posição a partir de logo à frente dos cabos de aço de desaceleração,é possível sim se decolar com a carga pfensiva máxima.

wyrm panzer disse...

ola carlos me responde essa suponhamos que vc seja o comandante da marinha do Brasil,e que tivesse esse porta aviões a sua disposição qual avião vc colocaria para operar nele?? E se tivesse jeito de colocar o tucano nele como o alize frances sera que daria certo?? Continencias comandante.

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Olá wyrm panzer
Sem duvidas consideraria o uso do Rafale M. Só usaria o Super Tucano caso o meu porta aviões fosse um dos grandes em que seu uso não atrapalhasse a quantidade de caças supersônicos...
Abraços

wyrm panzer disse...

carlos quantos rafale cabe nesse porta aviões e sera que o gripen ng que esta sendo desenvolvido sera que não seria uma possivel???? E quantos gripen caberia nele????

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Olá Wyrm. O Rafale é uma aeronave bem menor que o Su-33 e por isso eu calculo que caberiam, pelo menos, 16 Rafales nesse navio. O Gripen navalizado, chamado de "Sea Gripen", caberia uns 18 ou 20.
Abraços

sport recife disse...

carlos:
gostaria que vc fizesse uma breve comparação entre o rafale marine, o f-18 e o su-33.
parabéns seu blog é um dos melhores do gênero na internet

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Olá Sport Recife.
Obrigado! O F/A-18E Super Hornet é um caça com relação empuxo peso na ordem de pouco menos da unidade (0,95), o Su-33 tem essa mesma relação de 0,83 e o rafale é o caça naval mais potente do mundo, com 1,10, de relação empuxo peso. A consequência disso é que o rafale acelera mais rápido. Ainda falando de desempenho, o Rafale é capaz de uma taxa de giro instantânea de 31º/seg, contra 22º/seg do Super Hornet e cerca de 26º/seg do Su-33. Lembre-se que o Su-33 é um caça navalizado e por isso ele tem mais peso, o que interfere em seu desempenho de manobra. Ou seja. Nesse aspecto, o desempenho de vôo, o Rafale é o caça de melhor desempenho.
Tratando de sistemas eletrônicos, o Rafale usa um radar de varredura eletrônica passiva PESA RBE2, inferior aos radares AESA como o usado pelo F/A-18E Super Hornet. Fora isso, o alcance do radar atual do Rafale é de 130 km contra um alvo médio de 130 km, contra 190 km do radar americano do Super Hornet. O Su-33 usa um dos mais limitados radares entre todas as versões do Flanker, o radar N001 com apenas 80 km de alcance. As proximas versões do Rafale terão um novo radar RBE2AA de varredura rletronica ativa AESA com alcance de 200 km. Hoje, porém, o Super Hornet está na vantagem. O RCS (sessão cruzada de radar, do Rafale é a menor entre os caças que você mencionou, sendo de apenas 0,75 m2 contra 1 m2 do Super Hornet e cerca de 5 m2 do Su-33. Por isso, o Rafale é muito mais dificil de ser visto pelos radares inimigos, tendo que estar relativamente e perigosamente proximo, antes do radar inimigo tocar o bip de contato.
Com relação ao armamento, o Rafale , hoje usa armamento ar ar frances, (MICA, RM e IR, e logo usará o meteor, europeu. Armas ar terra, o rafale esá integrado a misseis de cruzeiro e bombas guiadas americanas e francesas, e é um avi~çao bem preparado para operar em todas as missões de combate, seja ar ar ou ar terra. O Super Hornet idem, mas com menor desempenho caso o combate ar ar, especificamente, evolua para o combate de curta distancia. O Su-33 opera melhor em ar ar, mas ainda tem limitações relativamente grandes se comparado com os caças americanos e franceses. Logo o Su 33 será substituido por caçlas MIG 29K com algumas tecnologias desenvolvidas para o MIG 35, que trará uma maior capacidade de combate a marinha russa, mas ainda pouco abaixo do Rafale Frances, e no mais proximo do nivel do F-18 americano.
Abraços

Cerberus116 disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Carlos E. Di Santis Junior disse...

Vai sim. Os MIGs já está comprados. Eu gostei da troca pois o MIG-29K tem muitos elementos desenvolvidos no MIG-35 e é uma aeronave menor e mais facil de operar em um PA.
Abraços

sport recife disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
sport recife disse...

outra dúvida carlos:
com os 24 mig-29K operando, o kuznetzov teria uma projeção estrategica equivalente ao nae frances charles de gaulle?

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Olá Sport.
Eu considero o MIG-29K menos flexível como um caça multimissão. O rafale, operado no Charles De Gaulle, é uma aeronave com capacidade de ataque superior e será modernizada até 2015, quando receberá capacidade de ataque nuclear com misseis de cruzeiro ASMP..
Abraços

Gabriel luis disse...

Carlos, Boa Noite.
Não entendo nada no meio naval, poderia me responder uma pergunta?
Há vantagens da rampa "ski-jump" sobre a catapulta normal? Qual seria melhor?

Carlos E. S. Junior disse...

Olá Gabriel. A unica vantagem que percebo da rampa sobre o sistema de catapultas é a maior simplicidade que traz menos custos de operação e mesmo, de construção do navio. Observe que os caças operados nestes navios com rampa, não conseguem decolar com sua carga máxima e isso, também se revela um sério limitados em sua operação. Eu, particularmente, não gosto do sistema de rampa justamente por obrigar o uso das aeronaves com restrições de carga.
Abraços

Gabriel luis disse...

Obrigado Carlos.
Um abraço.