
DESCRIÇÃO
A moderna corveta israelense classe Eilat, também conhecida como Sa’ar-5, é o maior navio da pequena marinha israelense. Na verdade, a marinha de Israel é a menor de suas forças armadas devido ao fato de não haver uma costa grande a ser defendida e a seus inimigos também não terem marinhas com poder de fogo significativo.
A marinha de Israel encomendou junto ao estaleiro norte americano Northrop Grumman Ship Systems em 1980, 3 navios corvetas da classe Eilat, sendo que elas foram entregues entre 1993 e 1994. Estes navios construídos com tecnologia norte americana, representam uma das mais modernas embarcações do oriente médio, sendo que suas capacidades são consideradas acima da media para este tipo de navio.

A moderna corveta israelense classe Eilat, também conhecida como Sa’ar-5, é o maior navio da pequena marinha israelense. Na verdade, a marinha de Israel é a menor de suas forças armadas devido ao fato de não haver uma costa grande a ser defendida e a seus inimigos também não terem marinhas com poder de fogo significativo.
A marinha de Israel encomendou junto ao estaleiro norte americano Northrop Grumman Ship Systems em 1980, 3 navios corvetas da classe Eilat, sendo que elas foram entregues entre 1993 e 1994. Estes navios construídos com tecnologia norte americana, representam uma das mais modernas embarcações do oriente médio, sendo que suas capacidades são consideradas acima da media para este tipo de navio.

Acima: Nesta foto pode-se observar as formas angulosas com objetivo de diminuir a assinatura da Eilat frente aos radares inimigos.
Os sensores instalados no Eilat são fabricados pela industria israelense como por exemplo o radar de busca tridimensional Elta EL/M 2218 S que opera nas bandas E/F cujo alcance chega a 100 km. Para controle de fogo é usado o radar Elta EL/M 2221 cujo alcance chega a 30 km. O radar EL/M-2221 é usado para guiar os mísseis antiaéreos de defesa de ponto Barak. Existe um sistema integrado de imagens térmicas MSIS composto por um telêmetro a laser, TV e câmera IR, que é usado para busca e designação de alvos.
A Eilat conta também com um sonar de casco Type 796 fornecido pela EDO e um sonar rebocado fornecido pela Rafael, de Israel.
A Eilat está equipada com alguns sistemas de contramedidas de defesa como por exemplo o sistema de isca torpédicas AN/SLQ-25 Nixie que consiste um uma isca rebocada que atrai os torpedos inimigos para longe do casco do navio. Existem 3 lançadores de chaffs. Para guerra eletrônica existe um sistema Elisra NS-9003/ 5 que alerta quando o navio estiver sendo iluminado por um radar hostil e pode interferir nesse sinal (jamealo). Notem que ainda que haja sistema de defesa eletrocina e contramedidas contra mísseis, o desenho da Eilat é visivelmente projetado para diminuir seu eco radar, podendo ser classificado como uma embarcação furtiva, como dita a tendência desse tipo de navio, atualemnte.

A Eilat conta também com um sonar de casco Type 796 fornecido pela EDO e um sonar rebocado fornecido pela Rafael, de Israel.
A Eilat está equipada com alguns sistemas de contramedidas de defesa como por exemplo o sistema de isca torpédicas AN/SLQ-25 Nixie que consiste um uma isca rebocada que atrai os torpedos inimigos para longe do casco do navio. Existem 3 lançadores de chaffs. Para guerra eletrônica existe um sistema Elisra NS-9003/ 5 que alerta quando o navio estiver sendo iluminado por um radar hostil e pode interferir nesse sinal (jamealo). Notem que ainda que haja sistema de defesa eletrocina e contramedidas contra mísseis, o desenho da Eilat é visivelmente projetado para diminuir seu eco radar, podendo ser classificado como uma embarcação furtiva, como dita a tendência desse tipo de navio, atualemnte.

Acima: A corveta classe Eilat, tem como principal objetivo o combate litoraneo, sendo pouco adequada para emprego em "aguas azuis".
O armamento a Eilat é composto por 8 mísseis antinavio Boeing RGM-84 Harpoon guiados por radar ativo e com alcance de 130 km, 8 mísseis antinavio de curto alcance Gabriel MK-1 ou MK-2, com alcance de 20 e 36 km respectivamente e guiados por radar semi-ativo. Futuramente deverá ser instalado o míssil Gabriel MK-3 com guiagem ativa. Para defesa antiaérea de ponto, estão instalados 2 lançadores verticais de mísseis Barak desenvolvido em conjunto pela IAI (Israel Aircraft Industries) e pela Rafael. O míssil Barak é guiado por radar, forma CLOS onde o míssil precisa ser apontado diretamente para o alvo para ser guiado e seu alcance é de 10 km. É interessante notar que o Barak pode ser usado contra alvos de superfície também.
A Eilat pode ser equipado com um canhão OTO Breda de 76 mm ou um canhão antiaéreo CIWS MK-15 Phalanx de 20 mm capaz de disparar 3000 tiros por minuto e atingir alvos até 1,5 km de distancia, com precisão.
Existem 2 lançadores de torpedos MK-32 com 6 tubos cada para lançar torpedos MK-46 de fabricação norte americana. Esses torpedos são guiados por sonar ativo e passivo e possuem um alcance de 24 km.
A corveta Eilat opera um helicóptero aerospatiale H-665a Dauphin para missões de resgate e reconhecimento. Porém o navio pode operar um helicóptero Sikorsky S-76 Eagle ou um Kaman SH-2F Seasprite para guerra anti-submarina.

O armamento a Eilat é composto por 8 mísseis antinavio Boeing RGM-84 Harpoon guiados por radar ativo e com alcance de 130 km, 8 mísseis antinavio de curto alcance Gabriel MK-1 ou MK-2, com alcance de 20 e 36 km respectivamente e guiados por radar semi-ativo. Futuramente deverá ser instalado o míssil Gabriel MK-3 com guiagem ativa. Para defesa antiaérea de ponto, estão instalados 2 lançadores verticais de mísseis Barak desenvolvido em conjunto pela IAI (Israel Aircraft Industries) e pela Rafael. O míssil Barak é guiado por radar, forma CLOS onde o míssil precisa ser apontado diretamente para o alvo para ser guiado e seu alcance é de 10 km. É interessante notar que o Barak pode ser usado contra alvos de superfície também.
A Eilat pode ser equipado com um canhão OTO Breda de 76 mm ou um canhão antiaéreo CIWS MK-15 Phalanx de 20 mm capaz de disparar 3000 tiros por minuto e atingir alvos até 1,5 km de distancia, com precisão.
Existem 2 lançadores de torpedos MK-32 com 6 tubos cada para lançar torpedos MK-46 de fabricação norte americana. Esses torpedos são guiados por sonar ativo e passivo e possuem um alcance de 24 km.
A corveta Eilat opera um helicóptero aerospatiale H-665a Dauphin para missões de resgate e reconhecimento. Porém o navio pode operar um helicóptero Sikorsky S-76 Eagle ou um Kaman SH-2F Seasprite para guerra anti-submarina.

Acima: O helicoptero Aerospatiale H-665 A Dauphin representa o vetor aéreo da Eilat na marinha de Israel. As principais missões deste modelo são resgate e o reconhecimento.
Com um comprimento de 85,64 m e um deslocamento de 1227 toneladas, a Eilat atinge uma velocidade máxima de 60 km/h através de seus 2 motores a diesel MTU-12V 1163 TB-82 que geram 6600 hp de força cada. Existe uma turbina GE LM 2500 a gás que gera mais 30000 hp de força. Essa configuração de propulsão de é denominada de CODOG (combinação diesel ou gás). A autonomia da Eilat chega a 7412 (4000 mn).
As características e capacidade desta corveta a colocam em uma categoria de navio de combate litorâneo. Sua capacidade de defesa antiaérea de ponto, única defesa antiaérea faz com que seja arriscado um deslocamento isolado de um grupo de batalha, pois as ameaças atuais podem superar essa defesa facilmente. Israele não tem tradição em marinha sendo muito mais capacitado em sua formidável força aérea e seu poderoso exercito.

Com um comprimento de 85,64 m e um deslocamento de 1227 toneladas, a Eilat atinge uma velocidade máxima de 60 km/h através de seus 2 motores a diesel MTU-12V 1163 TB-82 que geram 6600 hp de força cada. Existe uma turbina GE LM 2500 a gás que gera mais 30000 hp de força. Essa configuração de propulsão de é denominada de CODOG (combinação diesel ou gás). A autonomia da Eilat chega a 7412 (4000 mn).
As características e capacidade desta corveta a colocam em uma categoria de navio de combate litorâneo. Sua capacidade de defesa antiaérea de ponto, única defesa antiaérea faz com que seja arriscado um deslocamento isolado de um grupo de batalha, pois as ameaças atuais podem superar essa defesa facilmente. Israele não tem tradição em marinha sendo muito mais capacitado em sua formidável força aérea e seu poderoso exercito.

Acima: O canhão MK-15 CIWS Phalanx é uma das opções para defesa antiaérea de tubo disponivel para a corveta Eilat.
FICHA TECNICA
Tipo: Covetra
Tripulação: 71 tripulantes
Data do comissionamento: Fevereiro de 1993
Deslocamento: 2770 toneladas
Comprimento: 85,64 mts.
Boca: 11,88 mts.
Propulsão: 2 motores a diesel MTU 12V 1163 TB-82 com 6600 hp cada e uma turbina a gás GE LM 2500 que produz 30000 hp
Alcance: 7412 Km
Sensores: Radar de busca de superfície Elta EL/M 2218S com 100 km de alcance, radar de controle de radar Elta EL/M 2221 com alcance de 30 km, Sistema óptico MSIS
Armamento: AAW: 2 lançador vertical com 32 celulas para mísseis Barak. ASuW: 8 mísseis Boeing RGM-84 Harpoon e 8 mísseis Gabriel; 1 Canhão de fogo rápido OTO Breda de 76 mm, ou um canhão MK-15 Phalanx de 20 mm; ASW: 2 lançadores MK-32 para torpedos leves MK-46.
FICHA TECNICA
Tipo: Covetra
Tripulação: 71 tripulantes
Data do comissionamento: Fevereiro de 1993
Deslocamento: 2770 toneladas
Comprimento: 85,64 mts.
Boca: 11,88 mts.
Propulsão: 2 motores a diesel MTU 12V 1163 TB-82 com 6600 hp cada e uma turbina a gás GE LM 2500 que produz 30000 hp
Alcance: 7412 Km
Sensores: Radar de busca de superfície Elta EL/M 2218S com 100 km de alcance, radar de controle de radar Elta EL/M 2221 com alcance de 30 km, Sistema óptico MSIS
Armamento: AAW: 2 lançador vertical com 32 celulas para mísseis Barak. ASuW: 8 mísseis Boeing RGM-84 Harpoon e 8 mísseis Gabriel; 1 Canhão de fogo rápido OTO Breda de 76 mm, ou um canhão MK-15 Phalanx de 20 mm; ASW: 2 lançadores MK-32 para torpedos leves MK-46.
Aéronaves: Um helicóptero Aerospatiale H-665a Dauphin.
Acima: Durante os ataques de Israel contra posições do hezbollah no Libano em julho de 2006, a corveta Hanit, da classe Eilat, foi seriamente atingida por um missil YJ-82 modificado, causando sérios danos ao navio. O problema, aparentemente foi a avaliação substimada da capacidade de contra ataque do Hesbollah, pela inteligencia israelense.


4 comentários:
Muito bom o artigo, Carlos. Eu, particularmente, sou fã dos armamentos russos e israelenses.
Já ouvi dizer também que essa corveta tem sérios problemas de estabilidade quando seus tanques de combustível e sua carga de armas estão baixos. Mas, como vc disse no artigo, o modelo se limita à costa israelense.
Só acho que hoje em dia, o uso do termo corveta está meio perdido. Lembro que a grande maioria desses navios não portavam helicópteros. As aeronaves só eram embarcadas à partir das fragatas. Olhe o tamanho dessa corveta... Maior que muita fragata 'leve'.
Depois que criaram os navios leves de ataque (acho que FACs), as corvetas tiveram que crescer para sobreviver.
No mais, parabéns mais uma vez pelo belo artigo! Grande abraço!
Olá Blog Master. Muito obrigado pelas palavras de elogis.
Abraços
Saudações Carlos!!!
Eu tenho um colega que os filhos estiveram e serviram por dois anos em Israel e ele, o pai, tem descendência judaica, ou seja, segundo o pai, são judeus mahanos, salvo engano. Depois de ler o artigo sobre esta corveta, e a sua capacidade, devemos sim chamar de fragata litorânea, desculpe o atrivimento a tal terminologia, porém, considerando o comentário do colega, concordo. Tais corvetas é só força de expressão. Bem, voltando ao assunto. O fato do grupo terrorista ter atingido com misseis modificados e erros do serviço de inteligência deixa a desejar. Na época, estavam em alerta, em guerra, considerando que ela é bem equipada, por que não soou o alarme, os sistemas de defesa antiaereo? Estranho. Será que tal navio não correspondeu a capacidade de defesa frente ao ataque?
Grande abraço, Carlos.
Olá Guardião.
O caso da corveta israelense é apenas um dos varios casos em que navios de guerra modernos foram atacados e sériamente denificados por ataques relativamente simples. Os EUA tiveram uma fragata (Spark, se não me engano) atingida por um Exocet no golfo, que foi lançado por um Mireafe F1 iraquiano, pegou os caras completamente desprevinidos e este navio tem um bom radar de busca aérea e um lançador de misseis SM-2 standard!!!! Nas malvinas, um destróier de escolta antiaéreo, equipado com uma potente suite de radares e o poderoso míssil Sea dart, levou um exocet no casco de um jato obsoleto, o Super Etendard, da Argentina!. Ambos os navios não perceberam a aproximação deos aviões atacantes que não eram, de forma alguima furtivos. Isso é um claro exemplo de quanto o materiam "humano" é importante. Estas falhas são dos operadores.
Abraços
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