
DESCRIÇÃO
Desde o inicio do século 21, mais especificamente em 2001, o então presidente da Coréia do Sul iniciou uma política objetivando transformar a marinha daquele país em uma marinha de águas azuis e com isso os projetos de navios de maior porte como fragatas e destróieres foram encomendados a industria local que tratou de consultar os aliados e parceiros ocidentais para que pudessem apoiar esses programas. Com isso surgiu o navio KDX I classe Gwanggaeto cujo desenho é bastante influenciado pelo estilo italiano. Porém a evolução tecnológica aplicada a engenharia naval, principalmente nos anos 90 colocaram esta classe como um navio obsoleto, sendo necessário o desenvolvimento de embarcações mais modernas para sobreviver aos novos desafios na guerra naval. O programa KDX II surgiu dessa necessidade e o desenvolvimento deste navio aproveitou o conhecimento adquirido no programa anterior, KDX I, para dar base a construção naval de maior porte para marinha sul coreana.

Desde o inicio do século 21, mais especificamente em 2001, o então presidente da Coréia do Sul iniciou uma política objetivando transformar a marinha daquele país em uma marinha de águas azuis e com isso os projetos de navios de maior porte como fragatas e destróieres foram encomendados a industria local que tratou de consultar os aliados e parceiros ocidentais para que pudessem apoiar esses programas. Com isso surgiu o navio KDX I classe Gwanggaeto cujo desenho é bastante influenciado pelo estilo italiano. Porém a evolução tecnológica aplicada a engenharia naval, principalmente nos anos 90 colocaram esta classe como um navio obsoleto, sendo necessário o desenvolvimento de embarcações mais modernas para sobreviver aos novos desafios na guerra naval. O programa KDX II surgiu dessa necessidade e o desenvolvimento deste navio aproveitou o conhecimento adquirido no programa anterior, KDX I, para dar base a construção naval de maior porte para marinha sul coreana.
Acima: O 4º navio da classe KDX II, o Wang Geon, ainda no dique seco, antes de ir ao mar. Ao todo foram entregues 6 unidades deste navio que incrementou consideravelmente o poder de fogo da marinha da Coreia do Sul.
O projeto do KDX II, agora batizado de classe Chungmugong Yi Sunshin, teve grande apoio norte americano, certamente um dos maiores aliados do governo de Seul, porém o desenho do casco do navio foi desenvolvido pela empresa alemã IABG. Desta vez o projeto do KDX II, levado a cabo pela DSME Hyundai Heavy Industries, visou a diminuição da reflexão do radar, uma característica comum a navios modernos, e a incorporação de um pesado armamento, que o colocou na mesma categoria dos destróieres norte americanos no quesito “poder de fogo”. Este pesado armamento é composto por um lançador vertical MK-41 para 32 mísseis Raytheon SM-2 Block IIIA Standard guiados por radar semi-ativo e cujo alcance maximo chega a 74 km. Este míssil é usado para defesa anti aérea de área. Para defesa anti aérea de ponto existe um lançador de mísseis RIM-116 RAM com 21 mísseis para pronto uso. Este pequeno míssil guiado por emissões de radio frequencia e infravermelho (IR) tem um alcance de 7,5 km e é usado contra alvos que tenham conseguido vazar pela defesa dos mísseis SM-2, especialmente mísseis antinavio inimigos. Para guerra de superfície há dois lançadores quádruplos para mísseis Boeing RGM-84 Harpoon, um clássico míssil norte americano antinavio. O Harpoon é um velho conhecido dos leitores deste Blog por ser um armamento sempre presente nas embarcações de combate da marinha dos Estados Unidos que já foram descritas aqui. Com um alcance de 83 km, na versão lançada de navios, este potente míssil guiado a radar ativo é capaz de destruir a maioria dos navios de guerra da classe de destróieres e causar danos gravíssimos nos navios maiores como cruzadores e porta aviões. Para combate anti-submarino há dois lançadores triplos para torpedos leves de 324 mm.
O armamento de tubo é composto por um canhão MK-45 Mod 4 de 127 mm capaz de fornecer uma cadência de tiro de até 20 tiros por minuto contra alvos situados até 24 km de distancia. Para defesa de ponto há um canhão tipo CIWS Goalkeeper de 30 mm que na verdade corresponde em um canhão GAU-8 (usado no poderoso caça tanques A-10 Thunderbolt II), adaptado para uso antiaéreo naval. Seu alcance é de cerca de 2000 metros e sua cadência de tiros é de 4200 tiros por minuto.

O projeto do KDX II, agora batizado de classe Chungmugong Yi Sunshin, teve grande apoio norte americano, certamente um dos maiores aliados do governo de Seul, porém o desenho do casco do navio foi desenvolvido pela empresa alemã IABG. Desta vez o projeto do KDX II, levado a cabo pela DSME Hyundai Heavy Industries, visou a diminuição da reflexão do radar, uma característica comum a navios modernos, e a incorporação de um pesado armamento, que o colocou na mesma categoria dos destróieres norte americanos no quesito “poder de fogo”. Este pesado armamento é composto por um lançador vertical MK-41 para 32 mísseis Raytheon SM-2 Block IIIA Standard guiados por radar semi-ativo e cujo alcance maximo chega a 74 km. Este míssil é usado para defesa anti aérea de área. Para defesa anti aérea de ponto existe um lançador de mísseis RIM-116 RAM com 21 mísseis para pronto uso. Este pequeno míssil guiado por emissões de radio frequencia e infravermelho (IR) tem um alcance de 7,5 km e é usado contra alvos que tenham conseguido vazar pela defesa dos mísseis SM-2, especialmente mísseis antinavio inimigos. Para guerra de superfície há dois lançadores quádruplos para mísseis Boeing RGM-84 Harpoon, um clássico míssil norte americano antinavio. O Harpoon é um velho conhecido dos leitores deste Blog por ser um armamento sempre presente nas embarcações de combate da marinha dos Estados Unidos que já foram descritas aqui. Com um alcance de 83 km, na versão lançada de navios, este potente míssil guiado a radar ativo é capaz de destruir a maioria dos navios de guerra da classe de destróieres e causar danos gravíssimos nos navios maiores como cruzadores e porta aviões. Para combate anti-submarino há dois lançadores triplos para torpedos leves de 324 mm.
O armamento de tubo é composto por um canhão MK-45 Mod 4 de 127 mm capaz de fornecer uma cadência de tiro de até 20 tiros por minuto contra alvos situados até 24 km de distancia. Para defesa de ponto há um canhão tipo CIWS Goalkeeper de 30 mm que na verdade corresponde em um canhão GAU-8 (usado no poderoso caça tanques A-10 Thunderbolt II), adaptado para uso antiaéreo naval. Seu alcance é de cerca de 2000 metros e sua cadência de tiros é de 4200 tiros por minuto.
Acima: O potente canhão de defesa aérea de ponto Goalkeeper, com 7 canos rotativos em calibre 30 mm representa um sério risco para aeronaves que se aproximem do KDX II. Sua elevada cadência de tiro que chega a 4200 tiros por minuto é capaz de desintegrar o alvo.
O Radar principal dos navios KDX-2 é o norte americano AN/SPS-49 (V) 5 de busca antiaérea capaz de detectar alvos grandes a 460 km e alvos do tamanho de caças a uma distancia de 340 km. Certamente que esse radar, embora com bom alcance, ainda é um sistema bidimensional de desempenho inferior aos radares de varredura eletrônica como o sistema AEGIS usado nos navios norte americanos modernos e mesmo no novo destróier sul coreano KDX-III o qual trataremos em matéria futura. O radar de controle de tiro dos mísseis SM-2 é o STIR-240HP com alcance maximo de 100 km contra alvos com apenas 0,5 m2 de sessão cruzada de radar (um caça normal tem cerca de 3m2). O radar de busca de superfície e aérea é um MW.08 fornecido pela Thales Naval Nederland. O sonar instalado na KDX II é o DSQ-23.

O Radar principal dos navios KDX-2 é o norte americano AN/SPS-49 (V) 5 de busca antiaérea capaz de detectar alvos grandes a 460 km e alvos do tamanho de caças a uma distancia de 340 km. Certamente que esse radar, embora com bom alcance, ainda é um sistema bidimensional de desempenho inferior aos radares de varredura eletrônica como o sistema AEGIS usado nos navios norte americanos modernos e mesmo no novo destróier sul coreano KDX-III o qual trataremos em matéria futura. O radar de controle de tiro dos mísseis SM-2 é o STIR-240HP com alcance maximo de 100 km contra alvos com apenas 0,5 m2 de sessão cruzada de radar (um caça normal tem cerca de 3m2). O radar de busca de superfície e aérea é um MW.08 fornecido pela Thales Naval Nederland. O sonar instalado na KDX II é o DSQ-23.

Acima: Um destróier KDX II escolta um porta-aviões norte americano em um dos muitos exercícios entre as duas marinhas aliadas.
Como é possível prever a propulsão desta excelente fragata é do tipo CODOG (combinação diesel e gás) composta por duas turbinas a gás General Eléctric LM-2500 que produzem 64960 hp de potencia além de 2 motores a diesel que somam mais 10280 hp. Essa combinação proporciona um desempenho de 29 nós (54 km/h), e seu peso de 5000 toneladas, quando totalmente carregada, pode ser considerado leve, se comparado a outros navios de seu gênero. Sua autonomia está em 8045 km o que corresponde a média desta categoria de embarcação.

Como é possível prever a propulsão desta excelente fragata é do tipo CODOG (combinação diesel e gás) composta por duas turbinas a gás General Eléctric LM-2500 que produzem 64960 hp de potencia além de 2 motores a diesel que somam mais 10280 hp. Essa combinação proporciona um desempenho de 29 nós (54 km/h), e seu peso de 5000 toneladas, quando totalmente carregada, pode ser considerado leve, se comparado a outros navios de seu gênero. Sua autonomia está em 8045 km o que corresponde a média desta categoria de embarcação.

Acima: Com um desenho moderno, ainda sim, o KDX II carece de sistemas de radares mais avançados, como um radar de varredura eletrônica ativa.
Caso a marinha do Brasil aceitar a proposta de aquisição e montagem do KDX-II feita pelo governo sul coreano para o programa de substituição dos navios de escolta em uso atualmente, estaria incorporando um navio que seria mais poderoso e capaz do que os que hoje estão em serviço nas marinhas do continente sul americano. O KDX-II tem uma capacidade de combate antiaéreo que nenhum navio de guerra brasileiro possui. Com este navio teríamos uma escolta muito capaz para o porta-aviões São Paulo.

Caso a marinha do Brasil aceitar a proposta de aquisição e montagem do KDX-II feita pelo governo sul coreano para o programa de substituição dos navios de escolta em uso atualmente, estaria incorporando um navio que seria mais poderoso e capaz do que os que hoje estão em serviço nas marinhas do continente sul americano. O KDX-II tem uma capacidade de combate antiaéreo que nenhum navio de guerra brasileiro possui. Com este navio teríamos uma escolta muito capaz para o porta-aviões São Paulo.

Acima: Este é um mockup do missil antiaéreo SM-2 Standard usado pelo KDX II. Este missil é extremamente eficiente em sua missão e já foi amplamente testado em conflitos reais em suas diversas versões. Uma versão deste missil é usada, atualmente, no sistema de defesa antimissil desenvolvido nos Estados Unidos.
FICHA TÉCNICA
Tipo: Destróier.
Tripulação: 200 tripulantes.
Data do comissionamento: Dezembro 2003.Deslocamento: 5000 toneladas (totalmente carregado).
Comprimento: 150 mts.
Boca: 17 mts.
Propulsão: 2 turbina a gás GE LM 2500 com rendimento de 32480 hp cada 2 motores a diesel com 5140 hp cada.
Tripulação: 200 tripulantes.
Data do comissionamento: Dezembro 2003.Deslocamento: 5000 toneladas (totalmente carregado).
Comprimento: 150 mts.
Boca: 17 mts.
Propulsão: 2 turbina a gás GE LM 2500 com rendimento de 32480 hp cada 2 motores a diesel com 5140 hp cada.
Velocidade máxima: 29 nós (54 km/h).
Alcance: 8045 Km.
Sensores: radar de busca aérea: Raytheon AN/SPS-49 (V)5 com 460 km de alcance, Radar de controle de tiro STIR-240HP, radar de busca de superfície Thales Nederland MW-8, Sonar: DSQ 23.
Armamento: 1 lançador vertical MK-41 com 32 mísseis Raytheon SM-2 Block IIIA Standard; 1 lançador de mísseis antiaéreos RAM com 21 misseis; 2 lançadores quádruplos para mísseis Boeing RGM-84 Harpoon Block II, 1 canhão BAE MK-45 Mod 2 de 127 mm/54; 1 canhão CIWS Goalkeeper de 30 mm; 2 lançadores triplos para torpedos de 324 mm
Aeronaves: 1 helicóptero westland/ agusta Super Linx MK-99A.
Alcance: 8045 Km.
Sensores: radar de busca aérea: Raytheon AN/SPS-49 (V)5 com 460 km de alcance, Radar de controle de tiro STIR-240HP, radar de busca de superfície Thales Nederland MW-8, Sonar: DSQ 23.
Armamento: 1 lançador vertical MK-41 com 32 mísseis Raytheon SM-2 Block IIIA Standard; 1 lançador de mísseis antiaéreos RAM com 21 misseis; 2 lançadores quádruplos para mísseis Boeing RGM-84 Harpoon Block II, 1 canhão BAE MK-45 Mod 2 de 127 mm/54; 1 canhão CIWS Goalkeeper de 30 mm; 2 lançadores triplos para torpedos de 324 mm
Aeronaves: 1 helicóptero westland/ agusta Super Linx MK-99A.
Operadores: Coréia do Sul.
Abaixo: Aqui temos dois desenhos do KDX II para uma melhor identidicação de sua configuração.
ABAIXO TEMOS UM VIDEO SOBRE A MARINHA SUL COREANA ONDE APARECE O DESTRÓIER KDX II
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17 comentários:
acredito que a marinha do brasil não devia ter porta aviões pelo menos agora não deviamos investir en navios de patrulha de varredura e destroiers e submarinos a a longo prazo um porta aviões seria otimo
primeiro a escolta e aa patrulha depois elevar o poder as aguas azuis oque adianta ter um porta aviões desatualizado e melhor ter 5 destroier modernos e fragatas de defesa aerea precimos de submarinos precimos de misseis de cruzeiro depois disso em andamento ai sim um porata aviões para ´capitaniar as defesas super sonicss da esquadra essa e minha opinião marinha equipada e marinha com capacidade de defender o seu pais efetivamente não precisamos ainda progetar força alem do mar territorial esss destroir e otimo mais sem equipamento americano
O Brasil nao precisa de um Nae, mas sim de tres,pq assim pode garantir uma boa defesa nos 3 distritos navais
e ter uma boa projeçao de poder na america do sul.
Caso a marinha do Brasil nao opere NAe's, em caso de guerra a mesma seria prejudicada, pq os avioes teriam que sair de bases terrestres, assim prejudicando a mobilidade da aviaçao naval e ao mesmo tempo dando uma vantagem ao inimigo.e se caso os nossos aviadores navais tivessem que executar uma missao no limite de nossas aguas jurisdicionais?
Eles iriam ficar praticamente sem combustive lsuficiente para executar a missao e lutar com outros caças, alem de ecombustível para volta.(o q acontceu com os argentinos na guerra da Malvinas). ponto dos navios de patrulha concordo com vc, gary.Porque seria muito bom se a MB se transformasse em um marin de aguas azuis.
essa dos trez porta aviões me surpreendeu nem penssei nisso mais
o descaso do poder piblico não nos permite nem sonhar com destroiers ainda mais com tres naes mais q bom seria eim ainda mais com rafales f3
ou flankers ou e ainda beteleur
wathi dog amx navalizado mais e sonho e esperar ve se os nossos politicos deixan de reformar apartamentos e se preocupem com o que realmente importa o Brasil
Um NAe do tipo do São Paulo é, hoje, apenas uma afirmação, embora de eficácia questionável. Melhor seria investir numa frota de submarinos modernos secundada, ou secundando uma força de superfície mais moderna.
O São Paulo não pode cobrir todo o litoral, no que o reforço do poder aéreo - de preferência aeronaval - seria mais eficiente. Ele também não possui capacidade de fato para operar contra outra força de superfície pois lhe faltam aviões modernos; e contra submarinos, outros submarinos seriam mais eficientes.
No período entre as duas grandes guerras do século XX, lorde Trenchard disse - acerca do poder aéreo - que "uma força aérea de segunda categoria, era um desperdício nacional caro".
Num país de dimensões continentais, com rica e cada vez mais importante plataforma oceânica, o crescimento do poder aéreo e naval (projetável) são essenciais para dissuadir e rechaçar um adversário de porte médio.
caças de defesa de frota são indispenssaveis para o Brasil
mais oque adinata telos se estão desatualizados no senario
mundial o brasil não precisa disso no momento precisa de navios urgentemente e submarinos nucleares principalmente derivdos da classde barracuda da marinha do imperio frances
Carlos, qual a profundidade que um submarino da classe Typhoon pode atingir?
valew
Olá Galileu. O Typhoon pode atingir 400 metros de profundidade.
Abraços
olá carlos,li na internet que a kdxII estaria numa disputa com a fremm e a f100 para reequipar a MB,mas se o Brasil comprasse a kdxII msm assim naum teria de comprar um novo modelo de fragata,ja que o KDXII é um destroyer?
Olá Luiz.
Caso o Brasil adquira o destróyer KDX II em um numero adequado de navios, não necessitariamos de fragatas para escolta. Porém como o KDX é um destróier, é provavlel que não tenhamos dinheiro suficiente para comprar um numero razoavel deste navio. Assim acabariamos por necessitar de outro navio de escolta que fosse mais economico.
Abraços
Essa de Naes é melhor esquecer.pelo menos por enquanto, tendo em vista que o São Paulo é um desperdicio de milhões de dólares. Não vale a pena gastar tanto em manutenção, se não tem capacidade de defender nem a Baía de Guanabara.
Olá Carlos, como tudo indica que o Brail ira adquirir novos navios escoltas dentre as tres empresas que estao oferecendo qual dentre elas seria a melhor...fremm, KDXII ou a F 100????
Olá Marcos. Analisando os 3 provaveis concorrentes, hoje, eu prefiro as FREMM. São navios stealth (os mais modernos entre os prováveis concorrentes e além disso, são bem armadas.
Abraços
Ola Carlos quero dizer que essa é minha primeira postagem mas ja leio seu blog a cerca de 1 ano e fico feliz em dizer que 50% de tudo q sei sobre poderio belico eu aprendi aqui!! Dito isto eu gostaria de saber se esse destroier Sul-coreano teria capacidade de enfrentar um "Type 45" ou até mesmo um "Arleigh Burke" ?? carlos por acaso vc saberia o preço de um destroier desse e se nas proximas decadas ele ainda seria um "pario duro" a ser batido em caso de combates??
Olá Oliveira. Obrigado pelo elogio.
O KDX II custa U$ 450 milhões a nidade e isso é considerado barato na categoria de navio que ele se enquadra. Suas capacidades e armamentos são bastante eficases, mas não são infaliveis, e ele pode enfrentar um Type 45 e um Arleigh Burke, em desvantagem, mas uma estatéga eficiente poderia dar uma vitoria ao KDX II. Este navio foi oferecido ao Brasil e concorrerá ao programa de reaparelhamento da marinha.
Abraços
Olá Carlos!!!
Qual dos KDX foi oferecido, o II ou III? Creio que por se tratar de categoria de vaso de guerra, não se deva comparar, porém,arrisco. A capacidade de combate da FREMM ITALIANA E O KDX, são iguais? A incorporação de destroier na nossa marinha nos daria um diferencial na A.Latina? Aproveitando espaço. A Skjold seria melhor que as corvetas para patrulhar nossa costa, considerando sua velocidade e armamento? e a grande curiosidade. A MAB,assim como as demais armas tem consultores nestes assuntos que tratamos aqui e eles interagem com o nosso espaço, que por sinal ilustra a três armas? Grande abraço Carlos.
Olá Guardião. O navio sul coreano oferecido foi o KDX II (o desta matéria. Trata-se de um bom navio de guerra, sem duvidas... mas menos moderno e com menor potencial de crescimento que a FREMM.
tenho um artigo publicado neste blog que trata das minhas opiniões sobre os navios e embarcações adequadas a modernização da marinha. O link é : http://navalpowercb.blogspot.com/2011/09/modernizacao-da-marinha-brasileira-2011.html
Abraços
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