
DESCRIÇÃO
A marinha norueguesa, assim como a marinha sueca, possui uma criatividade notável. A embarcação que trataremos agora traz algumas características que as colocam em uma condição de destaque. Chamada de Skjold (escudo, em norueguês), nome bastante estranho, assim como seu igualmente estranho aspecto, este barco patrulha fabricado pelo estaleiro Umoe mandal AS norueguês pode ser considerado a mais veloz embarcação de combate em serviço no mundo atualmente. Num momento em que as atenções se voltam para a guerra litorânea, a Skjold aparece como uma espécie de “sonho de consumo” das embarcações de guerra que se encaixam como uma luva na tarefa, Além de veloz, ela é pesadamente armada e extremamente furtiva devido a seu desenho projetado para reduzir ao maximo a reflexão de radar.

A marinha norueguesa, assim como a marinha sueca, possui uma criatividade notável. A embarcação que trataremos agora traz algumas características que as colocam em uma condição de destaque. Chamada de Skjold (escudo, em norueguês), nome bastante estranho, assim como seu igualmente estranho aspecto, este barco patrulha fabricado pelo estaleiro Umoe mandal AS norueguês pode ser considerado a mais veloz embarcação de combate em serviço no mundo atualmente. Num momento em que as atenções se voltam para a guerra litorânea, a Skjold aparece como uma espécie de “sonho de consumo” das embarcações de guerra que se encaixam como uma luva na tarefa, Além de veloz, ela é pesadamente armada e extremamente furtiva devido a seu desenho projetado para reduzir ao maximo a reflexão de radar.

Acima: A Skjold foi projetada com um desenho facetado, que influencia o retorno do eco radar para longe da antena emissora, além de usar material absorvente de radar (RAM) na sua estrutura.
A propulsão da Skjold é do tipo COGAG (combinação gás e gás) composta por duas turbinas Pratt & Whitney ST-18M, derivadas do motor de aviação PW-100. Cada turbina ST-18M produz 2417 hp de potencia. Junto com estas turbinas, outras duas Pratt & Whitney ST-40M que produz 5070 kg hp cada. Para conseguir a velocidade máxima, que chega a 60 nós (110 km/h), além das 4 turbinas, um colchão de ar infla no casco, tipo catamaram, da Skjold com auxilio de dois motores a diesel MTU-12 12V TE92. Esse colchão, somado a característica de ser um casco tipo catamaram, faz com que o calado do Skjold seja de apenas 1 m o que somado ao sistema de jatos de água, no lugar das hélices convencionais, facilita a agilidade de navegação e dá a Skjold uma melhor resposta contra ondas. A Skjold é capaz de executar curvas extremamente fechadas, mesmo em alta velocidade, outro beneficio dado pelo sistema de jatos de água.
Outra facilidade dada pelo uso do colchão de ar é a maior imunidade a minas navais, permitindo com que a Skjold possa operar com segurança em zonas minadas e até mesmo caçar minas.
Porém o “calcanhar de Aquiles” da Skjold é sua autonomia, considerada baixa. O alcance da Skjold chega a 1840 km (800 mn). Devido a essa limitação, um país de grandes dimensões como o Brasil, por exemplo, precisaria de um numero grande de unidades dessa embarcação para poder patrulhar suas vastas águas territoriais.

Outra facilidade dada pelo uso do colchão de ar é a maior imunidade a minas navais, permitindo com que a Skjold possa operar com segurança em zonas minadas e até mesmo caçar minas.
Porém o “calcanhar de Aquiles” da Skjold é sua autonomia, considerada baixa. O alcance da Skjold chega a 1840 km (800 mn). Devido a essa limitação, um país de grandes dimensões como o Brasil, por exemplo, precisaria de um numero grande de unidades dessa embarcação para poder patrulhar suas vastas águas territoriais.

Acima: A Skjold é a embarcação de combate mais veloz em serviço no mundo, atualmente. Essa caracteristica lhe dá vantagem em rapidez de resposta em caso de ataque e ainda a torna um alvo dificil.
A estrutura da Skjold é revistida de matérias absorventes de radar RAM, assim como o próprio desenho da embarcação visa influenciar a reflexão das ondas de radar para longe da fonte emissora. Os lançadores de mísseis, por exemplo, ficam ocultos no convés do barco até o momento do lançamento. Graças a esse tipo de medida adotada em sua construção, a Skjold apresenta um desenho limpo, lembrando uma “balsa”. O esforço para manter a furtividade foi levado tão a sério que até detalhes como as bordas das janelas da Skjold foram tratadas com material radar-absorvente.

A estrutura da Skjold é revistida de matérias absorventes de radar RAM, assim como o próprio desenho da embarcação visa influenciar a reflexão das ondas de radar para longe da fonte emissora. Os lançadores de mísseis, por exemplo, ficam ocultos no convés do barco até o momento do lançamento. Graças a esse tipo de medida adotada em sua construção, a Skjold apresenta um desenho limpo, lembrando uma “balsa”. O esforço para manter a furtividade foi levado tão a sério que até detalhes como as bordas das janelas da Skjold foram tratadas com material radar-absorvente.

Acima: O sistema multisensor Ceros 200 é o prioncipal item dentro da flexibilidade tática da Skjold.
A suíte eletrônica da Skjold tem no radar francês Thales MRR 3D NG seu principal elemento. Este radar é capaz detectar um alvo aéreo a 180 km de distancia dando todos os parâmetros de posicionamento do alvo. Para controle de fogo é usado um sistema multi-sensor Ceros 200 composto por um radar, um telêmetro a laser e sensores optronicos que permitem traquear alvos aéreos como aeronaves ou mísseis antinavio, que normalmente voam rente ao mar (sea skimming), o que dificulta sua detecção e conseqüentemente a resposta de defesa a esse tipo de arma.
O Skjold possui uma suíte de guerra eletrônica baseada num sistema de busca e reconhecimento EDO composto por antenas de interferência, um radar tático CS-3701 e um sistema de alerta radar RWR que avisa quando um radar inimigo estiver rastreando a Skjold. Um sistema de iscas MASS (multi ammunition soft kill) fabricado pela Buck Neue Technologien da Alemanha dispara projéteis que emitem sinais que atraem o sensor dos mísseis antinavio inimigos, evitando, assim, um impacto contra a Skajold. O sistema MASS é eficaz contra mísseis guiados a radar, infravermelho IR, laser e sistemas eletrooptico.

A suíte eletrônica da Skjold tem no radar francês Thales MRR 3D NG seu principal elemento. Este radar é capaz detectar um alvo aéreo a 180 km de distancia dando todos os parâmetros de posicionamento do alvo. Para controle de fogo é usado um sistema multi-sensor Ceros 200 composto por um radar, um telêmetro a laser e sensores optronicos que permitem traquear alvos aéreos como aeronaves ou mísseis antinavio, que normalmente voam rente ao mar (sea skimming), o que dificulta sua detecção e conseqüentemente a resposta de defesa a esse tipo de arma.
O Skjold possui uma suíte de guerra eletrônica baseada num sistema de busca e reconhecimento EDO composto por antenas de interferência, um radar tático CS-3701 e um sistema de alerta radar RWR que avisa quando um radar inimigo estiver rastreando a Skjold. Um sistema de iscas MASS (multi ammunition soft kill) fabricado pela Buck Neue Technologien da Alemanha dispara projéteis que emitem sinais que atraem o sensor dos mísseis antinavio inimigos, evitando, assim, um impacto contra a Skajold. O sistema MASS é eficaz contra mísseis guiados a radar, infravermelho IR, laser e sistemas eletrooptico.

Acima: O missil Kongsberg NSM subsititui o missil Penguin usado pelas embarcações mais antigas da marinha norieguesa. Este missil é capaz de executar ataques contra navios, de forma indireta através da execução de manobras para confundir o alvo ou mesmo driblar uma ilha, por exemplo.
O armamento transportado na Skjold é consideravelmente pesado, principalmente por conta dos 8 mísseis antinavio Kongsberg NSM. Esses modernos mísseis são lançados de dois lançadores quádruplos que ficam ocultos até a hora do lançamento na popa do navio e possuem um alcance máximo de 150 km. Sua ogiva é de 125 kg de alto explosivo. Guiado por um sistema GPS para navegação de meio curso e sistema infravermelho IR na fase final do ataque, este moderno míssil antinavio se beneficia, ainda de um desenho furtivo dificultando a tarefa das defesas antimíssil inimigas e impedir sue ataque.
Para defesa antiaérea a Skjold usa os famosos mísseis portáteis MBDA Mistral, guiados por calor e com alcance de 4 km. Estes mísseis são montados em um lançador duplo Simbad e são transportados 8 mísseis, ao todo.
Além dos mísseis, um canhão italiano OTO Melara 76 mm/ 62 super rapid dispara projéteis de 6 kg a um alcance de 16 km à uma taxa de tiro de 120 tiros por minuto.

O armamento transportado na Skjold é consideravelmente pesado, principalmente por conta dos 8 mísseis antinavio Kongsberg NSM. Esses modernos mísseis são lançados de dois lançadores quádruplos que ficam ocultos até a hora do lançamento na popa do navio e possuem um alcance máximo de 150 km. Sua ogiva é de 125 kg de alto explosivo. Guiado por um sistema GPS para navegação de meio curso e sistema infravermelho IR na fase final do ataque, este moderno míssil antinavio se beneficia, ainda de um desenho furtivo dificultando a tarefa das defesas antimíssil inimigas e impedir sue ataque.
Para defesa antiaérea a Skjold usa os famosos mísseis portáteis MBDA Mistral, guiados por calor e com alcance de 4 km. Estes mísseis são montados em um lançador duplo Simbad e são transportados 8 mísseis, ao todo.
Além dos mísseis, um canhão italiano OTO Melara 76 mm/ 62 super rapid dispara projéteis de 6 kg a um alcance de 16 km à uma taxa de tiro de 120 tiros por minuto.

Acima: Com a estatua da liberdade ao fundo, a Skjold "posa" para uma foto durante a epoca em que foi avaliada pela marinha dos Estados Unidos.
A marinha dos Estados Unidos, sempre ligada nas novidades militares que poderiam servir a seus objetivos, mostrou grande interesse na classe Skjold e chegou a bancar o envio da Skjold aos Estados Unidos para fins de estudos conceptuais. O interesse norte americano era o de empregar alguma solução do projeto em seus navios LCS e mesmo em embarcações da guarda costeira. A Skjold permaneceu em testes por um período de um ano, sendo posteriormente reintegrada a marinha norueguesa. Essa embarcação pode ser considerada a mais adequada para missões de patrulha marítima costeira para a marinha brasileira, devido a sua extrema velocidade e capacidade de combate convincente. Sua furtividade seria útil em não alertar eventuais intrusos de nossas águas e assim poder dar uma sólida resposta a eles.
A marinha dos Estados Unidos, sempre ligada nas novidades militares que poderiam servir a seus objetivos, mostrou grande interesse na classe Skjold e chegou a bancar o envio da Skjold aos Estados Unidos para fins de estudos conceptuais. O interesse norte americano era o de empregar alguma solução do projeto em seus navios LCS e mesmo em embarcações da guarda costeira. A Skjold permaneceu em testes por um período de um ano, sendo posteriormente reintegrada a marinha norueguesa. Essa embarcação pode ser considerada a mais adequada para missões de patrulha marítima costeira para a marinha brasileira, devido a sua extrema velocidade e capacidade de combate convincente. Sua furtividade seria útil em não alertar eventuais intrusos de nossas águas e assim poder dar uma sólida resposta a eles.
Acima: Nesse desenho se pode visualiar as linhas da Skjold além do seu interessante esquema de camuflagem.
FICHA TÉCNICA
Tipo: Barco patrulha.
Tripulação: 15 tripulantes.
Data do comissionamento: Abril 2009.
Tripulação: 15 tripulantes.
Data do comissionamento: Abril 2009.
Deslocamento: 270 toneladas (totalmente carregado).
Comprimento: 47,5 mts.
Boca: 13,5 mts.
Propulsão: 2 turbinas Pratt & Whitney ST-18M com 2417 hp de potencia cada, 2 Pratt & Whitney ST-40M com 5070 kg hp de potencia cada.
Comprimento: 47,5 mts.
Boca: 13,5 mts.
Propulsão: 2 turbinas Pratt & Whitney ST-18M com 2417 hp de potencia cada, 2 Pratt & Whitney ST-40M com 5070 kg hp de potencia cada.
Velocidade máxima: 60 nós (110 km/h).
Alcance: 1480Km.
Alcance: 1480Km.
Sensores: 1 radar Thales MRR 3D NG com 180 km de alcance. Sistema Multisensor Ceros 200 com um radar de controle de tiro apoiado por sensores optronicos e telêmetro a laser.
Armamento: 2 lançadores quádruplos para 8 mísseis antinavio Kongsberg NSM, 1 lançador de mísseis duplos Simbad para mísseis antiaéreos Mistral (8 mísseis), um canhão OTO Melara 76 mm/ 62 super rapid.
ABAIXO TEMOS UM VIDEO DE APRESENTAÇÃO DA SKJOLD.
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17 comentários:
Boa. como sempre mais uma ótima matéria. Imagine essa combinação de um barco patrulha veloz e furtivo armado com os misseis russos BRAHMOS (creio que é possível tal combinação). vlw
Olá Rodrigo. Obrigado!
Uma embarcaçãco como esta, para operar o Brahmos,. precisaria ser um pouco maior, pois o missil russo indiano é quase do tamanho de um caça.
Abraços
Carlos tenho 2 perguntas, Sobre o acordo militar entre brasil e frança:
1- na maioria dos foruns dizem que o scorpéne submarino de propulçao de baterias...é muito ruim, minha pergunta é são mesmo tão ruins???
2- já se sabe se na construção do submarino nuclear a frança entrará com tecnologia para a marinha brasileira finalizar o que já tem, ou o brasil irá construir o mesmo submarino françes nuclear???, que nao me lembro o nome dele agora...
Abraço
Olá Galileu.
Todos os submarinos convencionais são movidos a bateria. Essas baterias são carregadas por um motor a diesel que precisa de oxigênio para funcionar. Por isso, submarinos desse tipo precisam subir para a superfície para coletar esse oxigênio e assim ligar seus motores a diesel para que estes carreguem as baterias. O Scoprpéne adquirido pelo Brasil funcionará assim Porém o Scorpene pode receber um sistema de propulsão independente da atmosfera (AIP). Existem vários sistemas AIP. O sistema AIP disponível para o Scorpene é o "MESMA" que produz energia para as baterias através de a queima de etanol com oxigenio pressurizado transportado em grandes tanques no casco do submarino. Por motivo de custo elevado, o Scoperne adquirido pelo Brasil não terá o sistema AIP MESMA. O custo de se encher os tanques de oxigênio foi considerado elevado demais para o beneficio conseguido. Um submarino convencional consegue ficar de 3 a 5 vezes mais tempo submerso quando usando um sistema desses, porém sua velocidade de navegação é de apenas 5 nós quando em uso desse sistema. A marinha do Brasil preferiu um Scoperpene sem este sistema. Antes de fecharem o acordo com a França, o Brasil estava negociando o U-214 alemão, sem AIP. Não há nada de mais em se usar um submarino assim. O Brasil busca o submarino nuclear por causa disso. Um sub nuclear pode ficar submerso indefinidamente e além disso consegue bavegar em altas velocidades, (o AIP só em baixas velocidades. O pessoal que ta reclamando disso é justamente aquele que nunca ta contente com nada.... pergunte a eles se eles prefiririam que o Brasil ficasse na inércia que tava antes...sem comprar nada de armamento... como no governo do PSDB.
Nosso submarino nuclear será de projeto brasileiro. Os franceses ajudarão da construção do casco resistente, coisa que não temos como fazer atualmente.
Abraços
Exelente barco os nordicos em se tratando de barcos patrulha são exelentes mais eu prefiro à CB-90 para patrulhar nossa Amazônia.
Carlos com 4 scorpene e 1 submarino nuclear não vai dar nem para patrulhar à costa do Rio de Janeiro porque o Brasil não compra mais unidades já que eles tiram metade que o povo brasileiro ganha vai para impostos?
O Governo PT foi menos pior que os governos anteriores. Bem essa é minha opnião
Em uma batalha entre submarinos Amur, U-214 e Scorpene (todos sem AIP) quem levaria vantagem?
Olá Raphael.
As minhas pesquisas para pode publicar matérias nesse blog me fizeram chegar a conclusão de que esses submarinos de ultima geração são equivalentes entre si. Nenhum deles apresenta uma vantagem ou desvantagem significativa entre eles. Por isso eu tendo a acreditar que não o submarino, mas a tripulação mais preparada venceria uma batalha assim.
Concordo com sua colocação sobre o governo PT.
Abraços
Esse barco patrulha já nasceu obsoleto, pois há como faze-lo se deslocar em velocidades supersônicas.
Abraços.
Ola Carlos qual o preço desse navio patrulha, e segundo 27 dessas patrulhas não seria mais interessante para a mb do que das 27 patrulhas de 500t do atual projeto que a mb pensa em adquirir com apenas com canhoes como arma.
Olá Breno. Em minha opinião, eu prefiro a skjold que esses barcos de patrulhas. O custo da skjold é de U$ 20 milhões a unidade.
Abraços
Parabéns pela materia!
Apesar da curta autonomia, acredito que ela seria perfeita para a patrulha da faixa do pré-sal, pois havará uma espécie de cinturão de plataformas e navios auxiliares e desta forma os pontos para reabastecimento já estariam resolvidos...não sei em qual blog foi mas vi um comentário de que o finado NAel Minas Gerais chegou a ser pensado como base/plataforma entre o continente e as plataformas maritimas ...sinal de que está historia do pre-sal já devia estar pululando a mais tempo do que sabemos...
O que acha?
Olá Sandro. Obrigado.
Houve uma idéia para fazer esse uso do Minas Gerais sim. Porém seria excessivamente caro opera lo. Por ser uma embarcação antiga, seria necessário um grande investimento em modernizações de seu maquinário e uma reforma de suas instalações. Isso não seria viavel financeiramente.
Abraços
O Blog está cada vez melhor, parabéns, serve realmente como fonte de consulta. Uma pergeunta amigo, pq a MGB(fuzileiros..) e Exercito , ñ possuem as modernas e ou igual , as lanchas rápidas CB 09 ou as Skajold's ; as mesmas ~sao mt boas...que se compres e peça a tecnológia das mesmas...Pq? Sds.
Olá Carlos.
O exercito teve interesse na CB90. mas a falta de dinheiro impediu a aquisição dessa excelente lancha de combate.
Já a Skjold nunca não foi considerada pela marinmha, provavelmente por falta de visão do almirantado.
Abraços
Saudações Carlos!!!
Amigo, a corveta e lancha skjold, a última não seria uma inovação interessante? a lancha é mais rápida, melhor manobrabilidade, quanto ao armamento, creio que a lancha seja superior, talvez ao número de soldados tenha menos, apenas uma conjetura. Seria interessante ou a corveta tem algo que não percebo? Grande abraço Carlos.
Olá Skjold. A corveta pode transportar mais armas e com maior autonomia. Penso que o ideal seria uma combinação delas de forma que a prioridade em termos de quantidade seria das lanchas.
Abraços
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