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Terça-feira, Outubro 06, 2009

CMN/ ADSB CLASSE BAYNUNAH. Uma nova corveta nos mares do Golfo Pérsico


DESCRIÇÃO
O estaleiro francês CMN (Constructions Mecaniques de Normandie) desenvolve alguns interessantes projetos de navios de guerra leves como barcos patrulhas e corvetas. Recentemente, em janeiro de 2004, para ser mais exato, O Emirados Árabes Unidos (EAU) fechou um contrato com a CMN para que, junto com um estaleiro local, o ADSB (Abu Dhabi Shipbuilding), para a fabricação de uma nova classe de corvetas lança mísseis, chamada classe Baynunah. Esta corveta, na verdade uma modificação do projeto Combattente BR-70, da CMN, foi adaptado para as necessidades da marinha do EAU. Essa adaptação foi amplamente facilitada pela modularidade do projeto BR-70 que permite a substituição de módulos do navio para poder instalar sistemas eletrônicos e de armas de acordo com os quesitos dos clientes. O modelo acabou ganhando um pequeno aumento de tamanho e por isso, a CMN acabou chamando o modelo Baynunah de projeto BR-71.
Acima: A Baynunah antes de ser lançada ao mar. Esta corveta promoveu um importante aumento na capacidade anti-superficie da marinha do Emirados Árabes Unidos.
Com um moderno desenho, visando a diminuição de sua assinatura de radar e infravermelha, este navio se torna um atraente sistema de armas para marinhas com limitado orçamento e que precisam de meios navais modernos em suas esquadras. A Baynunah, foco deste artigo, teve especialmente, seu armamento reforçado, podendo ser considerada uma das mais bem armadas corvetas do mundo, nos dias atuais.
Acima: Neste desenho podemos ver a corveta Combattente BR-70 em baixo e a Baynunah acima. O forte incremento no armamento assim como o aumento das dimensões original, acabou por justificar uma nova nomenclatura para a Baynunah, cujo modelo é chamado de BR-71 pela CMN.
O armamento da Baynunah é composto por dois lançadores verticais MK-56, cada um com 4 mísseis anti aéreos RIM-162 Envolved Sea Sparrow (ESSM). Estes mísseis são guiados por radar semi-ativo e seu alcance chega a 50 km de distancia. Um lançador MK-49 para mísseis RIM-116 Rolling Airframe Missile (RAM), também protege o navio de ameaças aéreas a curta distancia. Este lançador está montado no topo do hangar, na popa do navio. O Míssil RAM é guiado por radio freqüência e por IR (infravermelho), sendo seu alcance maximo de 7,5 km.
Para combate antinavio, a Baynunah, está armada com dois lançadores quádruplos para o modelo míssil MBDA MM-40 Block 3 Exocet. O Exocet Block 3 é a ultima versão e a mais capaz deste famoso míssil antinavio. Com um alcance que chega a 180 km, este míssil é guiado por radar ativo na fase terminal do ataque. O armamento de tubo é composto por um canhão italiano Oto Melara Super Rapid de 76 mm e 62 calibres que dispara suas granas de 6 kg a uma distancia máxima de 16 km e a uma cadencia de 120 tiros por minuto. Existem, ainda, dois canhões Rheinmetall MLG-27 de 27 mm, usados para defesa antiaérea de curto alcance ou contra embarcações rápidas.
A Baynunah possui um heliponto e um hangar para operações de um helicóptero de médio porte Eurocopter AS 565 SB Panther usado em missões anti-superficie.
É interessante notar que, mesmo sendo muito bem armada, esta corveta não dispõe de armas anti-submarino, o que pode ser considerado uma falha das especificações do projeto por parte da marinha do Emirados Árabes Unidos.
Acima: O míssil MM-40 Block 3 Exocet é a ultima e mais letal versão do míssil francês. Seu alcance foi mais do que dobrado através da substituição de seu propulsor, que passou de 70 km para 180 km de alcance.
O sensor principal da Baynunah é o radar tridimensional sueco Ericsson Sea Giraffe AMB com alcance de 170 km contra alvos aéreos de grande porte voando alto e 90 km contra alvos de superfície. Para navegação é usado um radar austríaco Terma Scanter 2001, enquanto que o radar de controle de fogo é o Selex Orion RTN-25X, responsável para designação de alvos para o canhão Oto Melara de 76 mm e para os mísseis antiaéreos. Ainda, para apoio a controle de fogo, um sistema optronicos Sagen Vigy está instalado na Baynunah.
Acima: A corveta Baynunah possui um desenho avançado e um equilíbrio entre sistemas de detecção e armamento que a torna um interessante navio para operações litorâneas.
A propulsão da Baynunah é bastante potente, permitindo a este pequeno navio um desempenho de velocidade elevado para sua categoria. São quatro motores a diesel MTU-12V595 TE-90, sendo que cada um possui potencia na casa dos 22500 hp que fazem esta corveta chegar a uma velocidade máxima de 32 nós (62 km/h). No lugar de hélices, são usados 3 sistemas de jatos de água, que permitem acelerações bruscas deste navio. Por ser um navio pequeno, movido a diesel, sua autonomia é limitada a apenas 4500 km ou 14 dias. Isso a torna um navio interessante para uso dentro do conceito de guerra litorânea. Para o Brasil, que deverá adquirir um navio de patrulha oceânica, essa corveta seria uma embarcação extremamente interessante, pois tem pequenas dimensões e um armamento de respeito, capaz de por a pique navios de guerra bem maiores. A única falha desse projeto é justamente a ausência de sistemas de combate anti-submarinos, que em minha opinião, torna esse navio vulnerável contra marinhas em usem esse tipo de sistema de armas.

Acima: O helicóptero AS-565 SB Panther aumenta a flexibilidade de emprego desta pequena corveta. Um helicóptero Super Linx, como o usado pela marinha brasileira poderia dar a capacidade anti-submarino que falta na Baynunah.
FICHA TÉCNICA
Tipo:
Corveta lança mísseis.
Tripulação: 45 tripulantes.
Data do comissionamento: Lançada em 27 de junho de 2009, Comissionamento previsto para meados de 2010.
Deslocamento: 830 toneladas.
Comprimento: 71,3 mts.
Boca: 11 mts.
Propulsão: 4 motores a diesel MTU-12V595 TE-90 que produzem 22500 hp de potencia cada. 3 sistemas de jatos de água Kamewa 112S11Velocidade: 30 nós (55 km/h).
Alcance: 4500 Km.
Sensores: Radar tridimensional sueco Ericsson Sea Giraffe AMB com alcance de 170 km contra alvos aéreos e 90 km contra navios. Radar de navegação Terma Scanter 2001, radar de controle de fogo Selex Orion RTN-25X.
Armamento: AAW: 2 lançadores verticais MK-56 com 4 células para mísseis RIM-162 ESSM; 1 lançador de mísseis RIM-116 RAM, ASuW: 2 lançadores quádruplos para mísseis antinavio MM-40 Block 3 Exocet ; 1 canhão de fogo rápido Oto Melara 76/ 62Super Rapid de 76 mm; 2 canhões Rheinmetall MLG-27 de 27 mm.
Aeronaves: Um helicóptero Eurocopter AS-565 SB Panther
Custo Unitário: U$ 80 milhões.
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31 comentários:

Leonardo disse...

Carlos Emílio,

Seria possível,posteriormente e para comparação de desempenho com esta interessante corveta,um artigo sobre a corveta russa do estaleiro Almaz,a Projeto 20382,que parece bem parelha de desempenho com esta francesa ?

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Olá leonardo. Eu já tenho um artigo sobre esta corveta. Na verdade o modelo 20382 é uma versão levemente modificada da 20380 Steregushchy.
O link éra o artigo é: http://navalpowercb.blogspot.com/2008/04/project-2038-0-steregushchy-o-primeiro.html
Sempre verifique o índice o blog.
Abraços

b r e n o disse...

Ola Carlos essa corveta pode se considerar melhor que a brasileira Barroso ou não além de ter metade de seu deslocamento tambem tem seus armamentos de ultima geração, ela não poderia ser uma otima opção para essa categoria para o Brasil.

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Olá Breno. Esse navio é mais eficaz que a Barroso. O armamento da Baynunah é extremamente mais potente e seus sensores tem melhor desempenho.
Seria um navio bem mais interessante para a marinha do Brasil.
Abraços

Luiz disse...

Olá Carlos,parabéns pela matéria.
Caso o Brasil quisesse comprar esta corveta,seria possível a instalação de armamento anti-submarino nela?
E quanto ao preço?Seria um preço acessível à marinha??
Abraços!!!

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Olá Luiz. Sim seria possivel a instalação de sistemas guerra anti-submarino nela. Esse projeto é modular para que o cliente escolha seus sensores e armamentos. Esse navio deve ser relativamente caro, caso se opte por sistemas de armas caros.
Abraços

Galileu disse...

Olá crlos, tenho uma duvida:

1-Navio patrula é uma corveta, ou são coisas diferentes??

2- o Míssil Exocet é o melhor de sua categoria ou tem rivais a altura?? pergunto isso porque muitos navios só usam ele.

abraço

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Olá Galileu.
Barcos patrulha são mais leves e menores que corvetas. Porém, vale lembrar que com a atual tecnologia de sistemas e armas, você pode conseguir equipar um barco patrulha de forma muito similar a uma corveta.
Eu considero esta corveta desta matéria, a Baynunah, ideal para o Brasil em missões de patrulha litorânea. Outra embarcação que é muito interessante é o barco patrulha Skjold, já descrito neste blog.
Abraços

Leonardo disse...

A ausência de meios anti-submarinos num barco pequeno como essa corveta poderia ser sanada por meio de helicópteros drone para ASuW/ASW e mesmo AEW ?

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Sem duvidas. principalmente por helicopteros dedicados como o Super Linx

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Outra coisa. A presença de mísseis Exocet em muitos navios se deve, pela dificuldade de se conseguir comprar mísseis americanos Harpoon cujo governo, impede a venda para qualquer nação.
O Exocet block 3, especificamente é um excelente míssil... porém o Block 2 usado pelo Brasil tem alcance limitado a 70 km, o que é uma fraqueza séria do missil.

Sidewinder disse...

Mas mesmo assim, é um puta míssil. Era a arma mais temida pela frota inglesa durante a guerra das Malvinas. Os Argentinos possuiam apenas cinco desses mísseis durante o conflito e mesmo carente de treino com o artefato, afundaram uma das mais modernas (na época)belonaves da marinha britânica.

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Nas malvinas, em 1982, o Exocet é um sérissimo adversário. Hoje em dia, só a versão Block 3 tem alguma validade. Mesmo o Harpoon, norte americano é vulneravel as excelentes defesas anti misseis dos navios de hoje. Os unicos mísseis que são um problema insoluvel nos dias de hoje são os russos Moslit e o indiano/ russo Brhamos.
Abraços

Ivo disse...

carlos,

Já que surgiu o debate sobre este ou aquele míssil anti navio ser + - eficiente, deixo minha opnião sobre o assunto:

Se olharmos pela ótica ocidental, vemos claramente que as nações alinhadas com os EUA optam pelo tipo subsonico (tal qual o Harpoon ou o Exocet). São excelentes armas contra navios, mas ambos tem algumas deficiencias e qualidades, sendo algumas:

Deficiencia:

- baixa velocidade de cruzeiro, pois são subsonicos;
- não são fortes o suficiente para neutralizar um NAE, tipo um CVN ou um Charles de Gaule;

Qualidades:

- ambos tem ogivas potentes o suficiente para por fora de combate uma embarcação médio pesada (fragata ou destróier de até 7000 tons). Veja bem, eu disse fora de combate, e não posto à pique. Falo isto pq, nas Malvinas, o Sheffield afundou horas depois do impacto do AM-39, e não apenas pela ação do mesmo, mas principalmente por causa do clima, que no local é muito severo, com rajadas de vento muito fortes. Após o impacto do míssil, a tripulação do navio conseguiu apagar o incêncio provocado pela explosão da ogiva + o resto do combustível do míssil.
- as novas versões destes mísseis conseguem manobrar na fase final do voo, dificultando o engajamento do mesmo pelas defesas do navio alvo;

Eu poderia citar outros motivos prós e contras, mas sei que o sr. sabe melhor que eu quais são...

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Olá Ivo.
O míssil Exocet lançado contra o Shefield não explodiu e na verdade seu motor iniciou um incêndio na embarcação. Ser tivesse explodido sua ogiva, certamente o navio teria afundado de primeira e provavelmente teria sido dividido em duas partes.
Outra coisa. Os americanos, só agora começaram a desenvolver um missil multifunção, capaz de atacar um navio e alvos em terra com velocidade supersonica.

Galileu disse...

Ola carlos tenho uma pergunta sobre o submarino nuclear da MB.

Pouco se sabe sobre o projeto, mas já se sabe se o submarino terá compartimento de SLBM?? Pergunto isso porque nunca vi um subamrino nuclear que nao carregue slbm.

abraço

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Olá Galileu. Você está equivocado.
A grande maioria dos submarinos nucleares são apenas SSN. Ou seja, tem propulsão atomica,porém são armados com armas convencionais. Exemplo do submarino nuclear classe Los Angeles, Virginia, Sea Wolf, Barracuda (o qual nosso submarino será baseado.
Nosso submarino não lançará armas nucleares porque somos signatários do tratado de não proliferação nuclear.
Abraços

Galileu disse...

ahhh valew carlos, foi mal o erro, é que de marinha entendo pouco.

abraço

Galileu disse...

Olá carlos, estava lendo algumas matérias no blog, e to me interessando cada vez mais, incrivel a tecnologia embarcada principalmente nos submarinos, tenho 1 pergunta pra vc, sobre o sitema( AIP ), dos subamarinos, por acaso eles funcionam da seguinte forma:

O AIP tira Oxigênio da agua mandando pro motor afim de que possa aver combustao.

OU

O AIP gera energia separando oxigênio de hidrogênio, recarregando assim as baterias, fazendo com que o submarino permanessa mais tempo submersso??

Desculpa as perguntas, mas é que vc é instruido e atencioso.

abraço

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Olá Galileu.
O sistema AIP é um conceito em que o submarino produz para a combustão de seus motores a diesel sem precisar subir a profundidade de snorkel e coletar esse oxigênio da atmosfera.
Existem 3 tipos principais de sistema AIP. Um chamado de CCD (Close cycle diesel) ou motor de circuito fechado onde o submarino transporta tanques de oxigenio liquido que é enviado para o motor, junto com um gas reagente para controlar a combustão. Assim, o motor funciona sem ter que coletar oxigênio na atmosfera.
O Scorpene, submarino que será montado no Brasil, sob licença francesa, tem uma versão com sistema AIP, cujo tipo é denominado "MESMA" (modulo de energia submarino autônomo)onde uma turbina funciona com etanol e oxigênio liquido armazenado em tanques e sob pressão.
O terceiro tipo é sueco e se chama Stirling. Nesse tipo o oxigênio e o combustível são queimados em uma câmara separada que faz mover um gerador elétrico que alimenta as baterias do motor.
Abraços

Fin@lShare disse...

carlos,ouvi dizer que o brasil iria construir os NaPA 500,baseados nessa corveta.
isso é verdade?

Galileu disse...

olá carlos.
Eu li uma matéria que dizia + ou - o que foi gasto na manutenção do NA são paulo, diga-se de passagem uma 4 vez o que foi gasto com a compra dele, mas a minha pergunta é a seguinte:
Na materia diz que de todas aeronaves SkyHawk so 1 tem capacidade de vôo, devido a falta de grana, e a situação precária das aeronaves, Você poderia me confirmar se a situação é esssa mesmo???

abraço

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Olá Galileu.
Existem uns 3 ou 4 AF-1, hoje em capacidade de vôoHopuve problemas mais sérios que a mera falta de grana. A lockheed Martin Argentina não conseguiu executar as tarefas de manutenção dos motores e por isso tivemos que procurar outro fornecedor desse serviço.
Já a questão do São Paulo... eu lhe digo o seguinte. O custo de manutenção foi caro pois esse tipo de navio exige manutenção cara. Comparar com o preço que foi pago nele não é justo uma vez que o valor foi simbólico. A constituição francesa não permite a doação de sistemas bélicos e por isso cobraram cerca de U$12 milhões. LKembro que um simples Super Tucano custa U$ 15 milhões. Ou seja, o São Paulo custou menos que um Super Tucano.
Abraços

Galileu disse...

valew a resposta carlos!!

-puxa não sabia que a intenção da frança era doar, quando vi o valor da venda do fock, imaginei que era fria, por isso a pergunta pra você já que os jornalista não públicam o que interessa, como essa que você falo da constituição francesa não permitir doações, outra coisa vi umas matérias sobre o NA Charles d Goule, se for verdade os probleas descritos na materia, os franceses devem estar arrependidios de vender o fock...hahah, to ligado que não da pra opera os rafales com carga total no fock...mas se for verdade o D Goule ta saindo caro paca!!

-outra coisa legal é matéria que eu li, sobre o EB na velocidade conhecida pegar os fal e trocar as peças internas e coronha, antes dos MD chegarem.

abraço

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Os franceses construirão um novo porta aviões chamado, por enquanto, de PA-2 que será propulsão poor um sistema convencional. O Charlles de Gaule ta dando um baile neles.
Abraços

Galileu disse...

OLÁ CARLOS.
Como eu já comentei sei pouco sobre marinha, mas sou muito curioso...gostaria de saber:

-O brasil tem quantos Contratorpedeiros ou destroyers??

-caso um subamrino lance um torpedo contra uma embarcação na superficie, a arma usada contra esse torpedo é esatamente um outro torpedo que vai de encontro ao outro??

abraço

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Olá Galileu. O Brasil está sem nenhum destróier no momento. O ultimo foi o da classe Pará, do qual tínhamos dois navios.
A defesa contra torpedos, em navios de superficie, é feita com sistema de iscas, muito semelhante ao usado em aeronaves como chaffs e flares. Porém estes sistemas são lançados emitindos ondas de sonar.
Abraços.

b r e n o disse...

Ola Carlos, o Brasil já decidiu que terá um barco patrulha de 500t armado apenas com canhoes. para a mb não seria mais interessante adquirir a classe baynuhah no lugar da macaé já que o Brasil esta tendo um amplo acordo com a França na area militar entre os dois,ou se o Brasil não pensa nisso não seria interessante tambem ele arma a classe macaé o sistema de guerra da baynuhah ??

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Olá Breno. Seria sim. Creio que seria ideal inclusive, uma vez que esse navio tem poder de fogo para atacar navios maiores....
Abraços

matheus disse...

O Macaé é um navio mal armado, mas há algum armamento que fosse compatível com ele e que aumentasse seu poder de fogo?

Caso o Brasil optasse obter o Combattante o que fazer com os Macaé prontos e em produção?

Dento de uma perspectiva de rede, composta pelas 30 Fragatas, 12 Corvetas e dos 27 Navios de patrulha litorâneas, caberia o Type 022 como suporte a esse ultimo (seja ele Macaé ou Combattante)?

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Olá Matheus. O Macaé um pequeno e sua estrutura não favorece a instalação de armamentos além do canhão de 40 mm. Caso compassemos um navio de patrulha como a Combattente, as macaes poderiam ser usadas como patrulhas costeiras basicas para operação de combate a pesca ilegal ou servições de guarda costeira.
Abraços